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  • Resume - English

    16

    Fev
    16/02/2011 às 17h55

                                         Resume

                                       

    Professor Ricardo

                                                         Ricardo Gomes Rodrigues

                                        Transportation and Information Systems

    Managerial vision: I believe that the future is to face information technology not as a rigid model, but as a mediation element among the forces which press the actual environment of the organizations, such as for: the present globalization´ state of art; the demanding flexibility of the organizational structures ; and the focalization of businesses based upon agility, speed and quality on its effort to target new customers . In this sense, administration and business strategies goals, before any thing else, must take into account users' own experience, and, in this case, the major managers´ role is as facilitators for new concepts and ideas on designing these new strategies.

    For a Complete Curriculum Vitae researching on Lattes’ Platform of CNPq Agency: http://lattes.cnpq.br/9063300532137550

    Personal data

    Name: Ricardo Gomes Rodrigues.

    Phone: (13) 3225-3763. Or Celular: (13) 97359942Santos, SP.

    E-mail: ricardo_603@hotmail.com

    Academic formation

    Doctorate: George Washington University.

    Course: Engineering Management

    Concentration: Managerial Information Systems

    beginning 09/1988 - End: 01/1994 - Washington D.C.., USA.

    Master degree: Federal University of Rio de Janeiro.

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    Course: Engineering of Transports

    Concentration: Transports and Logistic Systems.

    Beginning 01/1983 - End: 09/1986 - Rio de Janeiro, RJ.

    Baccalaureate: University of Civil Engineering "Santa Cecilia"

    Course: Civil Engineering

    Beginning 01/1976 - End: 01/1983. Santos, São Paulo, SP.

    Performance on Researching and Development

    I-Areas of Technical and Practical Performance: Databases "Oracle"; Graphic interfaces; Administration of transports,  Operational Researches, Lineal Programming; Administration Management, Competitive Strategies, Microeconomics, Quantitative Methods, Costs. Public transportations

    II-Areas of Performance on Researching:Transports: Railroads, ports, logistics, distribution and intermodal transportations networks, public transportation; Administration: managing of the design of information flow on; International Organizations: World Bank’s Project Management and consultant 

    Technical Professional Experience

    1 -FATEC - BS, Santos, SP, January 2004. Professor on Logistics and Transportation.

    2 -LGS Group-Toronto, Canada, May 97-fev. 98. Senior Analyst;

    3 -Interleaf Inc. . Toronto, Canada, fev.97. April .97. Consultant for Database;

    4 - Independent consultant. São Paulo, Brazil, jul.94. August. 95. Automation processes;

    5 -World Bank. Long-Term Consultant, August. 91. jan. 94; Administration and automation of bank´s processes;

    6 -Ports & Waterways. Washington D.C., USA, Jan. 90. May 91. Analyst of Data and Processes;

    7 –Federal Railways (RFFSA)/(CBTU). Rio de Janeiro, Brazil, jul.83. set.90. Engineer of Transports.

    Educational experience on lectures and MBA Courses

    1 - Conference: World Bank, jul.92, presentation of the doctorate thesis;

    Topical: “The Use of Graphical Platforms on Projects´ Administration”; Washington D.C., USA

    Duration: 4 hours.

    2 - Conference: UFRJ / COPPE / Program of Transports / MTB, jul. 99;

    Topical: “Strategies on Information Technology”. Rio de Janeiro, Brazil.

    Duration: 4 hours.

    3 - Lectures on Port Industry;

    Topical: “Port´s Economy”: set. 99, UFRJ / COPPE / Engineering Dept°;

    Duration: One week. Rio de Janeiro, Brazil.

    4- “Port’s Logistics and Intermodal Transportations” – MBA Course at Universidade Católica de Santos – San Paulo - Brazil; Period: from  27/03/2007 till  8/05/2007 –  Duration: 32 horas.

    5- “International Logistics’ and Foreign Trade”- MBA Course at UNIA - Centro Universitário de Santo André – San Paulo- Brazil; Period:  from 17/04/2007 till 12/06/2007- Duration: 32 hours;

    6 - “Management Supply Chain and Logistics” – MBA Course at UNIA – Centro Universitário de Santo André- San Paulo - Brazil; Period: from 02/10/2007 till 19/11/2007 - Duration: 32 hours;

    7- “Management of Logistics’ Costs” – MBA Course at UNIA – Centro Universitário de Santo André- São Paulo; Period: from 07/10/2008 till 25/11/2008 – Duration: 32 hours;

    Experience in Research and Development of Projects

    1 - Researching for Master's degree based upon Brazilian Federal Government´ scholarship (CNPq): from 1983 to 1986:

    Lines of performance: operational researching, trains´ fleet programming on urban areas;

    2- Researching for Doctorate´s degree based upon Brazilian Federal Government´ scholarship (CNPq): from 1988 to 1994

    Lines of performance: development of managerial strategies, organizational development, development of projects for the World Bank, port´s development and information systems;

    2 - Independent researching: from 1994 to 2003

    Lines of performance: the economical value of the information; the strategic role of information, evaluation of the impact of new technologies on organizations´ structures and development.

     

  • Curriculum Vitae - Português

    16

    Fev
    16/02/2011 às 17h45

                                  Currículum Vitae

                                      

    Professor Ricardo

                                 Ricardo Gomes Rodrigues

                       Sistemas de Transportes e Informação  

    Visão Gerencial: Acredito que o futuro seja encarar a tecnologia da informação não como modelo rígido, mas como elemento de mediação entre as forças que pressionam o ambiente das empresas, tais como: a globalização; a flexibilidade das estruturas das organizações; e a focalização dos negócios baseada na agilidade, rapidez e qualidade na atenção ao cliente. Nesse sentido, administração, gerenciamento e estratégias empresariais devem, antes de qualquer coisa, levar em conta a própria experiência dos usuários, sendo, nesse caso, o papel do gerente como facilitador de conceitos e idéias,  o mesmo, valendo para a área da educação.

    Para uma completa pesquisa nesse currículo vitae na plataforma Lattes, CNPq: http://lattes.cnpq.br/9063300532137550

     Dados Pessoais

    Nome: Ricardo G. Rodrigues,

    Fones: Fixo: (13) 3225-3763; Celular (13) 9735-9942 Santos, SP.

    E-mail: ricardo_603@hotmail.com

    Formação Acadêmica

    Doutorado: George Washington University, (Bolsista CNPq).

    Curso: Engineering Management

    Ponto de Concentração: Sistemas de Informação Gerencial

    Inicio 09/1988  -  Término: 01/1994  - Washington D.C., USA

    Mestrado: Universidade Federal do Rio de Janeiro, (Bolsista CAPES e CNPq).

    Curso: Engenharia de Transportes

    Ponto de Concentração: Sistemas de Transportes e Logística

    Início 01/1983 - Término: 09/1986 -  Rio de Janeiro, RJ.

    Bacharelado: Faculdade de Engenharia Civil “Santa Cecília”

    Curso: Engenharia Civil

    Início 01/1976 - Término: 01/1983 – Santos, São Paulo, SP.

    Setores de Atuação em Pesquisa e Desenvolvimento

    I-Áreas de atuação Técnica e Prática: Bancos de dados “Oracle”; Interfaces Gráficas, Redes e Programação; Engenharia e Gerenciamento de transportes, Pesquisa Operacional, Programação Linear; Gerenciamento, Estratégias Competitivas, Microeconomia, Métodos Quantitativos, Custos.

    II-Áreas de Atuação em Pesquisa:

    Transportes: Ferrovias, portos, logísticas e distribuição em redes intermodais de transportes; Administração: Gerencia de Informação em Serviços Públicos;

    Organismos Internacionais: Gerencia de Projetos do Banco Mundial.

    <h1>Experiência Profissional Técnica</h1>

    1 -FATEC - BS, Santos, SP, desde janeiro 2004 – Professor de Logística e Transportes.

    2 -LGS Group-Toronto, Canadá, maio 97-fev. 02 – Analista Sênior;

    3 -Interleaf Inc. – Toronto, Canadá, fev.97 – abr.97 – Consultor para Banco de Dados;

    4 -Consultoria Independente – São Paulo, Brasil, jul.94 – agos. 95 – Processos de Automação;

    5 -World Bank (Banco Mundial) – Consultor de Longo Prazo, agos. 91 – jan. 94; Gerenciamento e automação de processos;

    6 -Ports & Waterways – Washington D.C. USA, jan. 90 – maio 91 – Analista de Dados e Processos;

    7 -Rede Ferroviária Federal / CBTU – Rio de Janeiro, Brasil, jul.83 – set.90 – Engenheiro de Transportes.

     Experiência Docente em Palestras e Cursos de MBA

    1-    Conferência: Banco Mundial, jul.92, Apresentação da tese de doutorado;

    Tópico: O Uso de Plataformas Gráficas no Gerenciamento de Projetos;

     Duração: 4 horas. Washington D.C., USA.

    2-    Curso de Engenharia Portuária, Lato Senso;

    Tópico: Economia Portuária, set. 99, UFRJ/COPPE/Engenharia Oceânica;

    Duração: Uma semana. Rio de Janeiro 

    3-    Conferência: UFRJ/COPPE /Programa de Transportes/MTB, jul. 99, Lato Senso;

    Tópico: Estratégias Aplicadas à Tecnologia da Informação

    Duração: 4 horas. Rio de Janeiro

    4-     “Logística Portuária e Intermodalidade” – Curso de MBA – Universidade Católica de Santos- São Paulo; período: de  27/03/2007 à  8/05/2007 –  Duração: 32 horas.

    5-    “Logística Internacional e Comércio Exterior” – Curso de MBA - UNIA - Centro Universitário de Santo André -  São Paulo; Período: de 17/04/2007 à 12/06/2007- Duração:  32 horas;

    6-    “Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística Integrada” – Curso de MBA – UNIA – Centro Universitário de Santo André – São Paulo; Período: de 02/10/2007 à  19/11/2007 -  Duração: 32 horas;

    7-    “Gestão de Custos Logísticos” – Curso de MBA - UNIA – Centro Universitário de Santo André – São Paulo; Período: de 07/10/2008 à 25/11/2008 – Duração: 32 horas;

    <h1>Experiência em Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos Duração:</h1>

    1-    Pesquisa de Mestrado com Bolsa CAPES e CNPq de 1983 a 1986:

    Linhas de atuação: pesquisa operacional, reprogramação de frota de trens e desenvolvimento urbano;

    2-Pesquisa de Doutorado no Exterior com Bolsa CNPq: de 1988 a 1994

    Linhas de atuação: desenvolvimento de sistemas de gerenciamento, desenvolvimento organizacional, desenvolvimento de projetos no Banco Mundial, desenvolvimento de sistemas de informação portuário;

    2-    Pesquisa Independente de 1994 a 2003

    Linhas de atuação: o valor econômico da informação; o papel estratégico da informação, avaliação do impacto das novas tecnologias de informação no desenvolvimento de estruturas organizacionais.

  • Dawn of Information; Demise of Bureaucracy - General Systems' Theory

    15

    Fev
    15/02/2011 às 21h45

    logo

                                                                            Systems

     

    Please Contribute to the Professor

    Titular(Acount owner's name): Ricardo Gomes Rodrigues

    Banco (Bank's Code): Banco do Brasil :001

    Código Agência(AgencyCode): 6820

    NºConta(Account nº): 60021-0

    A Vision of Systems

     Systems of Values  

    systems

                   Fig.1 - Concepts of Systems 

        Since the beginning of human civilization there has been an incessant searching for meaning and values to justify the order of things around us. From ancient times till present days, objects, concepts and dogmas have been used as signals to represent order, power, values and knowledge in commercial and industrial transactions and social exchanges.

        Following, the period of maritime’s navigations 500 years ago and the sprouting of new markets and products in a never-before-seen scale of growth, we have as consequence moved from an age of countable patrimonial meaning, where values were created to just measure profits and losses, toward another age of functional and structural meanings created with specific objectives to represent and justify values and order around us. In this fashion, a new world has been created ruled by parsimonious’ administration of systems of values and significance.

         System, in this sense, started to be represented by a measure of order and managed by a strategic chain of actions that feed control mechanisms which started, then, to represent the role of severe watchmen with the major objective to exercise regulations and calibrations and to be the last instance responsible to manage the exchanges with the environment and to sustain the apparent system’s stability.

         As social transitions occurred and we passed from the industrial age to the age of services or information that former systems’ approach has moved also, as much for the notion of system itself as for the notion of planning and control systems. What it really matters in today system’s conceptualization is not just to consider its structures and functions but, before anything else, to correctly appropriate its “basic conflicting nucleus”, where system’s conflicting elements inhabit in apparent opposition, but that a more careful analysis discloses their cooperation on mutual interests for the very existence of the system. Based on this new perspective, conflicting elements do not just define structures and functions, but they also behave as mediating interactive forces, exchanging and negotiating their mutual interests on multiple values and significances.

          This new view on the role of systems as mediation is the result of the analysis of the feedback interactive actions among senders and receivers and the considerations about the resultant actions that enhance possibilities in the exchanges among internal and external forces of the systems’ environment. Therefore, at the core of this commercial and industrial society that is rising up, nowadays, as an extended result of the past 500 years of human experience on business enterprises, science, art, philosophy and technology, we find out a deep revision on how values depicture the order of things to justify the world around us.

     The Order of Things

           We can clearly observe through an investigation on human economic history that there is always an enormous effort to appropriate values, defining for this purpose, criteria, norms and structures to explain how things work around us. First, the early notion of countable patrimonial values, searching for meaning in the usage of certain objects such as gold and real estate properties, has unleashed a tremendous human effort to accumulate and secure their wealth based upon acquired amounts of these objects, resulting in the development of concepts such as rates of accumulation through time and the consequent value of interests. Later on, the introduction of the notion of labor, adding value to the raw materials, has resulted in the appropriation of production’s costs.

        These two early traditional representations of values, interests and costs, have defined an age, an epoch, a life style, based on the valuation of the conflict of money versus labor. This classic vision of values has resulted in a system of equivalences that made it possible to exchange and commerce products among different people, societies and countries. This view most immediate consequence was, no doubt about it, the birth of the industrialization process, the constitution of markets and the conceptualization of price as the value of equilibrium among  production’s factors and money exchanges.

         Following in the track of this classic representation of values, we come to a conceptualization of order, associating it to hierarchy and values to the optimum forms that organizational structures may take shape. In this sense, systems depicture the world around us through a mechanical representation, defining a whole that can be decomposed into elementary parts and, above all, they can be associated to control and parsimonious usage of resources. However, the rise of the mass society and the necessities of a mass production in a never-to-be-seen scale of growth would come to modify or even substantially change this classic view of the order of things.

        The bottom line of the large scale production’s strategies relays on certain simplifications and, due to the rapid increase on the levels of the production and the consequent necessities for ever increasing sophisticated control systems, this classic approach of order and values based on sole hierarchy and structures has been seriously compromised.

        If mass production requires simplifications such as the usage of practical tools and maintenance of constant and stable levels of growth; an out scale or excessively fast rates of growth, generate inappropriate interactions among system’s representation parts (internally and externally) that exceed system’s own capacity to properly plan and control the behavior of production.

         Then, we have proper mathematical tools to work with linear or simple differential equations, producing good results but the resolution of differential equations of third or even greater orders are difficult and of little practical application on the constitution of production’s functions. Thus, the classic era of systems of values based on mechanization, labor and monetary values (costs) to define things around us loses ground to a more flexible idea of control systems which are now significantly challenging this simplistic view of countable patrimonial systems as the sole appropriation of values.

     New Paradigms

        One of the consequences of this abrupt increasing on production’s levels in the present society of masses, not just to generate more products but also more benefits and social stability, has been the ever increasing complexity on the design of control mechanisms to the point of seriously compromising system´s management as a whole, remaining, therefore, as the only possible alternative to that, changing traditional system’s approach from been inflexible, controlling, competent watchman towards another more flexible and adaptable perspective, designing for this purpose more mediating control systems.

         At the center of this new approach of mediation is the end of the classic mechanist vision, in favor of a new system’s conceptualization as the result of conflicting parts that act and cooperate for the own system stable management. Control, following this approach, is an element of mediation exercised by the management processes of exchanges, bargains and negotiations, and not just the constitution of rigid rules of regulations.

         A more immediate consequence for this change of approach has been the reevaluation on the notion of values and order in the conceptualization of systems. If before, the important was to define structures and categories, associating order to hierarchy. Now, these two elements order and hierarchy start to be distinctly independent, not necessarily associated one to another  

         If before, value could be equalized to organizational forms, now, value is only an attribute of information which, by it turn, substitutes price in the valuation of companies, producers, consumers and suppliers’ actions in the marketplace.

        The nature of planning and control has, therefore, changed its approach in the present masses’ society, compromising the former view of the role of the structures and functions in systems’ variations of states.

     A  System’s View Modeling

        At the center of the systemic view are the notions of organizations, forms, information and values. The capture of these concepts is important for systems’ modeling in order to conceptualize them not only as an array of formula, algorithms, computer programs, or ready-to-go solutions of problems but as tools to analyze the behavior and balance of the phenomena.  

     General Systems’ Theory

         Along the 20<sup>th</sup> century, Max Weber had an important role in the study of organizational structures, their management, planning and control, strengthening the vision that equalizes hierarchy to order; and values to organization. However, the unfold of business’ experiences during all this century shows clearly that it is possible to have a business (an structure) and not to gain any money and, on the other hand, the opposite  is also true, it is possible to gain money (values) and not to have necessarily a structured business. This example shows how relative the study of structures and categories are for management systems, considering Weber’ structural view.  

         The importance of Weber in the study of organizations and systems had his equivalent, starting mid 20<sup>th</sup> century, in Ludwig Von Bertalanffy with his book “General Systems’ Theory”. The vision of Bertalanffy of integrated parts, relating management models of differentiated natures such as biology, mechanics and cybernetics has assisted in the constitution and planning of control systems across different organizations’ forms and management. In this sense, Bertalanffy’ systemic view has been an advance in relation to the purely analytical conceptualization of the traditional scientific model based on just cause and effect what was more or less unchanged since the time of Galileo Galilei and Descartes.

         The greatest contribution of the notion of systems was the development of the concept of totality, relating causality and purpose to the scientific approach. Thus, the objective of a system is not only to resolve problems, using formulas and algorithms but, before anything else, to have an ample understanding of its associated phenomena, through the use of models and differentiated managerial paradigms, analyzing interactions and exchanges between the internal and the external systems’ environment, incorporating the notions of adaptability and intentionality, measuring thus values through the concept of information.  

     Opened and Closed Systems

        One of the basic tools of systems’ approach is the conceptualization of the phenomena as opened or closed structures and functions to their exchange with the internal and external environment and, the consequent measure of their levels of organization and disorganization through the notion of entropy.

         The basic difference between opened and closed systems is that the first never reaches a state of equilibrium but just a final stage of uniform exchanges with its environment as, for example, the metabolism of cells. In this manner, control in an opened system is a dynamic regulator of the internal and external conditions of systems’ environment without ever reaching a final state of “optimized” consumption of energy but just a state of “constant” consumption. In the case of living organisms, this strategy allows cells not to quickly die if certain amounts of calories or energy are not provided in time. In truth, because of that, cells have a considerable leverage to negotiate their energy consumption’ needs throughout a considerable period of time.

          In the case of closed systems, as for chemical reactions, for example, there is a rigid balance in the energy consumption that defines initial and final states for the systems’ behavior where pre-defined initial amounts of certain elements define final quantities through chemical reactions. Thus, if certain initial energy conditions change, the final conditions will follow it to keep up the constant balance of energy exchanges with the environment and the right proportions of the chemical elements of the equation.

         The same does not occur in opened systems as for livings beings, for example, in which equal final stages can be reached through different initial conditions, (equifinality). Another difference is that in closed systems there is a continuous destruction of order. As in the case of chemical reactions certain amounts of initial elements may be consumed and transformed into others in different amounts, ratios and proportions than the initial conditions. In the case of living  beings or cells there is a tendency to keep up for a uniform state of existence, preventing, thus, entropy’s increasing and favoring states of order and organization (negative entropy).  

          Another objective of systems’ approach is to understand differentiated phenomena regulated by different aspects and view-points studied across different sciences’ fields, and to evaluate how these differences can generate similarities or constitute regulatory general principles independently of their components’ nature. These considerations, Bertalanffy has denominated “General Systems’ Theory”.

     

    system model

                                             Fig.2 - A Basic Systems’ Conceptualization

     

    Information, Entropy, Teleology and Mediation

     Information as a meas­ure of flow

          Information is a conceptualization of values in systems’ modeling that originates in the field of communications’ theory which has the tendency to associate information to a flow of energy. Thus, information flows in the same direction as the flow of electrons, draining throughout cables, lines and wires. Then, this approach perceives information the same way as a flow of energy through a transmission’s line.

          However, it is easy to demonstrate that not always information flows in the same way as the flow of energy, as in the case of automatic doors’ mechanisms where the shade of a person cuts the energy passing through a light beam and the door opens. In this case, the “interruption” (discontinuity) provoked by the cut in the light beam, has defined “a continuous” flow of information such as to count the number of people entering in a store in a certain period of time, for example.

     Information as a meas­ure of organization 

         Another way of measuring information is through the amount of possibilities contained in a response. In the case of questions with several alternatives, the possible number of solutions (or answers) is expressed by a logarithmic function. When the answers are of the type “yes” or “not”, the logarithmic function of possibilities is of base 2. Then, we will have as much information as “2” powered to “N” possibilities for these binaries type of questions. Thus, following this example of “yes” or “no” type of questions, information may be interpreted in terms of the amount of bits in a binary system, as for the flow of information inside a computer. So, this measure of information evaluates degrees of order and organization or negative entropy.

        “Positive” entropy is a measure of disorganization in a “closed” system when we have the consumption of participant elements, as in the case of chemical reactions, producing dissipation of energy. As entropy is defined by the logarithms of a probability, information, in this sense, flows in the inverse direction, measuring levels of “negative” entropy or the capacity of organization of a system. Following this approach, it is implicit the association of values to organizations and the value of information is measurable through the amount of energy necessary to create order or the equivalent to which is been dissipated through closed systems chemical reaction.

     Information as a meas­ure of equilibrium

          Another measure of information is still associated to the field of communication’s theory, and it is related to the role that feedback mechanism plays among senders, receivers and the messages. In this case, feedback strategies play a regulatory role, controlling information among senders and receivers in order to establish a balance in the communication process through the messages. Thus, feedback becomes a control mechanism (homeostatic), using information as a measure of equilibrium.

     Information as a meas­ure of control

     For certain measures of control, as in the situation of embryonic primary processes associated to the evolutionary role of genes, for example, the regulatory process of initial formation and growth of an organism is made through dynamic interactions. In this in case, a living organism, as an opened system, keeps its metabolism not in a state of equilibrium, as we already saw typical of closed systems, but through a state of constant and  uniform exchanges between its internal and the external environment.

          Then, in a secondary stage of specializations of organs after the embryonic being initial formation, feedback mechanisms start to appear. This is the case for the stage of nervous and neurological fetus’ formation that requires more efficient exchanges and control systems than those initially established through dynamic interactions. Bertalanffy called this process of “progressive mechanization”, starting from primary dynamic interactions until reaching specialized secondary systems that require more precise controls, using then the feedback mechanisms.

     Causality,  purpose and teleology

           The classic discussion of the scientific method about phenomena’s abilities to take independent decisions and autonomous course of actions, under the view-point of mechanistic approach only, creates a physical reality based solely on the notion of cause and effect. However, modern science has accepted and incorporated more and more frequently concepts as “totality” and “systems of elements with mutual interactions”, as for the case of "gestalt, "holism" and "organic view". So, in addition to the simplistic view of cause and effect, grows increasingly the perception of intentional actions in the pursuit of goals, objectives and expected results to explain the behavior of the phenomena. 

           The very notion of systems has also incorporated this teleological idea of intentional purposes, trying different ways to simulate the concept of intentionality and adaptability which are much closer to explain human real behavior. One of these strategies which simulate intentionality occurs when in open systems we may achieve similar final states, starting from different initial stages (equifinality), using dynamic interactions, as seen in the case of the developing of primary embryos.

           Another systemic approach that tries to Incorporate Intentional course of actions into system’s modeling is the feedback mechanisms that try to keep uniform states of energy’s consumption (open systems) through homeostatic controls, based upon circular causal chains of events and mechanisms that evaluate deviant information from established goals [Bertalanffy, General Systems’ Theory]. In this direction, system is not just the result of simple cause and effect strategies but of interactive and continuous evaluations on the internal and external conditions of the phenomena’s environment, considering as much deterministic regulatory laws as probabilistic evaluations on possibilities and potentialities.

     Information as a mediation element

           As we are presenting here, besides the conditions of cause and effect and teleology, there is also a mediating role played by information as the result of conflicting forces existent in the communication process. As in the case, for example, for the behavior of audiences and presentators, the condition established by the communication process through messages or signals are not jut ruled by feedback mechanisms but also by an interactive and dynamic course of events among several different transmitters and receivers, disputing over data and information.

            For the purpose of defining mediation process, the communication model as well as the systemic approach are not just established as opened or closed systems or through conditions of equilibrium not, even, through uniform states of energy consumption. The systemic view of mediation is, before anything else, an investigation in the primordial conflicts established by the needs of survival of the system’s participants, adding to these conditions of cause and effect an intentional course of actions.

            This evaluation of conflicts, as presented here, is not an energy issue of positive or negative entropy (organization versus disorganization) but a matter of conflicts’ appreciation over time, producing sometimes organization, other times disorganization. What really matters for the view-point of mediation is to preserve the initial values of the conflicting situation that have created the system in the first place and to keep up stable this dispute among system’s participants through time.

            We are trying, through this mediation systemic approach, to appropriate a sense of totality in sciences, based upon the principles of dynamic stability combined with an economic view of its constituent elements, starting from the idea that beyond axiomatic conditions there are, in all branches of sciences, descriptions of certain degrees of freedom which produce intentional course of actions and independent choices for any kind of system and their constituents phenomena whether under physical or closed conditions, whether under living or metabolic conditions.

            These conditions for the dynamic balance, as described here in the mediation process, are not just the result of cause and effect, as prescribed by classic science, but also by intentional course of actions (teleological) with the objective of defining certain specific conditions more favorable to the systems’ participants or conflicting elements that constitutes the phenomena appropriated through the concept of systems.

            In this manner, for example, the elements of a chemical reaction, such as hydrogen (H) and oxygen (O), under certain catalytic conditions may produce water (H2O). The reverse is also true, water can be decomposed in its constituent elements.

            The more favorable conditions to produce each elements on this chemical reaction such as, for (H2O) or separately (H) and (O) are not just determined by positive or negative entropy to determine their chemical equation’s final balance, starting from certain initial conditions of state. The determinant conditions of balance in this type of chemical reactions (closed systems), considering the view-point of the mediation’s approach, is defined by the economic conflict of its participant elements (H2 + O ↔ H2O), analyzing its internal constraints at the atomic level and the conditions of its external physical environment, for example.

             As we know that for a reaction that has occurred 1 million times there are no guarantees, what so ever, that it will ever happen again next time. This means that a system relays always under conditions of dynamic balance established by the behavior of its participants. In the case described above, a chemical reaction can be seen as the result of catalytic conditions of the environment for certain conditions of temperature and pressure, favoring one side or the other of the equation, in the same way it may be determined at the subatomic conditions by the behavior of its constituentsparticle (electrons, protons e neutrons) as for hydrogen and oxygen taken separately (quantum mechanics).

            The dynamic balance is, therefore, the result of enhanced and combined conditions for both the catalytic process and the behavior of particles at the subatomic level. This fact allows not only a chemical reaction to occur and its constituents elements to exist as a result of just cause and effect but, also, as a result of a course of events that we may consider here intentional at the subatomic level, privileging sometimes the existence of water (H2O) for certain conditions of temperature and pressure at the physical level and other times, favoring oxygen (O) or hydrogen (H) taken separately, according to certain probabilistic conditions of existence and behavior of the sub-particles in their atomic nuclei.

            This “intentional course of actions” is not only the result of probability but it is created by enhanced conditions of existing complexities in a out-scale explosion of possibilities, combining the possibilities at the physical level (as temperature and pressure) with that in the subatomic conditions of the atoms’ nucleus behavior. That means, we are never sure or ever will be whether a phenomenon occurs merely because certain probabilistic or deterministic rules.

            In the case of opened systems as for metabolic or livings beings, this economic perception of mediation is more obvious, since their participant elements, (in the case cells), establish exchanges to their internal and external environment not reaching a final state of constitution of an organism based on just one primordial condition but through several ways or differentiated initial states through dynamic interactions.

           Balance, in this in case, means that there are economic favorable conditions to stable and uniform states of energy’s consumption that can be reached through different initial ways. It is clearly, in this manner, that a living being is the result of disputes among its cells for the best economic structural arrangement that will constitute its different organs, defining, in this way, the best stable form for the final resultant organism as a whole.

          This final arrangement represents the best conditions of conflicts among different cells of different tissues of different component organs that make up for the whole of a living organism. That is the reason a living organism only exists as the result of a dynamic balance because it is been subject all the time to a bombardment of destructive, oxidant and reducing elements and, even though, its defenses keep up for this tenuous balance, working hard to maintain the original conditions of mediation between the hostile environment and its constituents organs. This allows an interesting strategy to happen, when the loss of a tissue or of a secondary organ not always brings up the entire system down. So, there are perhaps infinite possibilities of arrangements and rearrangements based upon the original organism’s blueprint in favor of the existence of a stable metabolic living being.

          Death, or final collapse, in this case, means the exhaustion of these possibilities of arrangements based on the economy of the existing conflicts inside the metabolic processes, unleashing then the formations of hundreds of other sub-processes which were embedded, implicit, allied or subjacent.

         Information, under this point of view of mediation, is a measure of economic values which valuates and devaluates through time and take part in the communication process, leveraging the feedback conditions of exchange among senders, receivers and the messages. What really changes in this new perception of information as mediation is that for the communication process to happen is important to investigate the conflicting characters existent between sender and receiver, as well as, to examine the implicit and explicit value contained in the messages exchanged between them, not just its explicit meaning. Information, in this manner, serves not just to measure values but also to define strategies, control and mediation to preserve and maintain systems’ balance.

         The referring internal and external environmental conditions for the sender and receiver will be implicitly part of the message they exchange as integrant parts of the communication process in the dispute for data. These implicit conditions existent in the message, as in the case of human communication, may refer to psychological, pathological or emotional conditions or, still, to different conditions more favorable or unfavorable to one of the parts.

          However, the explicit value of the message can be well deceived, producing intentionally or not error noise or interference. In the case of a virus attacking an organism, it is well known that many appear disguised as participant elements, taking some time until the organism’s defenses identify them as invaders or predators. Others, still, as in the case of bacteria coexist harmoniously in our intestinal flora, turning up to be essential in human’s metabolic processes of digestion.

         The mediation established by the communication process in either opened or close systems, makes it possible that participant elements such as for Hydrogen (H), Oxygen (O), water (H2O), senders and receivers  to coexist either under rigid conditions of closed balance or for uniform state of energy’s consumption. These can be conditions resulting of equifinality or not.

          For the mediation process, as the constraints which determine the conditions of states for a system existence are that of economic order. It can just exist one determinant condition, passing from one initial to another final state or it can exist several different conditions of valuations, devaluation, inflation and deflation, determining a varied of situations in between an initial and a final system stable state. However, the process of mediation and by extent the proper notion of information are both resultant of the same conditions that determine a final system’ state of stability, existing as positively entropic final states of disorganization or as negatively entropic final organized conditions but never disconnected or meaningless or they would be out of reach of our understanding.

          Organization or disorganization, for the conditions of a totality (universe) which we are part of, are just temporary conditions. The objective here is to perceive the existence of permanent mediating relations of stability between gains and losses of energy, as well as, for the determining conditions of the communication process and for the definition of significance and values.

          The own existence of a universe or a reality if they exist and can be appropriated that is because they are also a result of these same conditions of stability or economic mediation of their existing conflicting forces. And, more, we can only see and understand these concepts because we, ourselves, are also the result of this very same mediating nature. We cannot see systems, organizations, totality or the own universe as unilateral conditions of existence of a reality that is out there as a thing, as an object with beginning and end or as a byproduct of pure relations of cause and effect. But, we can just perceive the very meaning of these concepts as a result of mediation among potentialities, possibilities and realities.

    Systems Model 2

                                    Fig. 3- A Complete Systems’ Conceptualization

  • Ascensão da Informação; Declínio da Burocracia - Teoria Geral de Sistemas

    15

    Fev
    15/02/2011 às 17h52

    palestra

                                                                                 Sistemas 

     

     

    Por Favor Contribua com o Professor

    Titular: Ricardo Gomes Rodrigues

    Banco: Banco do Brasil :001

    Código Agência: 6820

    NºConta:60021-0

                                 Uma Visão de Sistemas

    Sistemas de Valores

     

                                       

    sistema
                          

                                                        Fig.1 "Conceitos  de um Sistema"      

     Desde o início da civilização humana tem havido uma procura incessante por significado e valores e para se explicar a ordem das coisas à nossa volta. Da antigüidade até nossos dias, objetos, conceitos e dogmas têm servido como sinal para representar ordem, poder, valor e conhecimento nas trocas e transações comerciais, industriais e sociais.

         Com as navegações há 500 anos atrás e o surgimento de novos mercados e produtos em escala nunca antes vista, passamos de uma era de significação contábil e patrimonial, onde valores eram criados apenas para medir ganhos e perdas, para uma época de significado funcional de estruturas com objetivos específicos de representar valores e ordem a nossa volta, criando-se, assim, um mundo regido por sistemas de administração parcimoniosa de valores e significância.

         Sistema, nesse sentido, passou a representar ordem que pudesse ser medida e gerenciada por ações encadeadas e mecanismos de controles, os quais passaram a representar o papel de capataz severo com o objetivo de exercer regulamentação e calibragem, sendo esse capataz, em última análise, o responsável pelas trocas e aparente estabilidade do sistema com o meio. 

          Com a transição da era industrial para a era de serviços ou da informação, o enfoque tem mudado, tanto para a noção de sistemas como para a noção de planejamento e controle. Hoje, o que importa na conceituação de sistemas, não são apenas estruturas e suas funções, mas, antes de mais nada, a apropriação de um “núcleo conflitivo básico”, ou seja, aquele onde habitam elementos conflitantes em aparente oposição, mas que uma análise mais cuidadosa revela cooperação e mútuos interesses na existência de próprio sistema.

         Com base nessa perspectiva, elementos conflitantes não definem tão somente estruturas e funções, mas uma interação mediadora onde se trocam e negociam interesses de múltiplos valores e significâncias.

        Essa mediação é resultado tanto de uma retroalimentação quanto da potencialização de possibilidades nas trocas entre os meios internos e externos de um sistema. Portanto, no núcleo da sociedade comercial e industrial que está surgindo, como extensão e potencialização dos últimos 500 anos de história dos empreendimentos de negócios, ciência, arte, filosofia e tecnologia, encontramos uma profunda revisão de valores de como vemos a ordem das coisas à nossa volta.

    A ordem das coisas

        Podemos observar através da história econômica da civilização humana um grande esforço para apropriar valores, definindo-se critérios, normas e estruturas de como as coisas que nos cercam funcionam.

         Primeiro, o valor patrimonialista e contábil que procurava significado em certos objetos, tais como o ouro e a propriedade, desencadearam um esforço enfocado no entesouramento e lastreamento de fortunas baseado em quantidades adquiridas desses objetos, resultando na noção de juros e taxa de acumulação no tempo. Depois, a introdução da noção de trabalho adicionou valor à matéria-prima, resultando na noção de custo da produção.

         Essas duas representações de valores, juros e custos, definiram uma época, um estilo de vida, baseado na valorização do conflito entre moeda e trabalho. Essa visão clássica de valores resultou em um sistema de equivalências que possibilitava a troca e o comércio de produtos, entre diferentes pessoas, sociedades e países. A conseqüência mais imediata dessa visão foi, sem dúvida, o processo de industrialização, a constituição de mercados e a conceituação de preço como valor de equilíbrio entre fatores de produção e moedas de troca.

        Seguindo essa visão clássica, temos uma conceituação de ordem associada à hierarquia, e valores associados a formas e estruturas ótima das organizações. Nesse sentido, sistemas são uma representação mecânica do mundo à nossa volta, onde o todo pode ser decomposto em partes elementares e, acima de tudo, podem estar associado a controle ou no uso parcimonioso de recursos. No entanto, a ascensão da sociedade de massas e as necessidades de produção em série, numa escala nunca antes prevista, viriam a alterar, modificar e até mesmo mudar substancialmente esse sentido clássico de ordem das coisas.

        Na base da idéia da produção em larga escala estão certas simplificação, as quais, devido ao aumento da produção e as conseqüentes necessidades de sofisticação na criação de mecanismos de controle comprometem seriamente essa noção clássica de ordem e de valores.

        Se simplificações na produção em série requerem o uso de ferramentas simples, práticas e crescimentos a taxas constantes; sua potencialização em escala excessivamente grandes, ou crescimento muito rápido, criam interações entre as representações das partes que transcendem a capacidade de controle do próprio sistema de gerenciar a produção como um todo.

        Assim, temos ferramentas matemáticas para trabalhar com equações lineares, ou diferenciais simples, mas a resolução de equações diferenciais de terceira, ou maiores ordens, são de difícil resolução e de pouca utilidade prática no equacionamento das funções de produção. Assim, a era clássica de sistemas de valores baseada na mecanização, trabalho e valor monetário (custo) das coisas à nossa volta cede terreno para se configurarem, não só sistemas de controle mais flexíveis, mas também, alterar-se a própria visão de sistemas como uma apropriação contábil e patrimonialista de valores.

    Novos paradigmas

         Uma das conseqüências do súbito aumento dos níveis de produção na sociedade de massas, quer no sentido de gerar mais produtos, assim como, no de incrementar benefícios e estabilidade social, tem sido as complexidades crescente no desenho e implementação de mecanismos de controle, a ponto de comprometer o próprio gerenciamento do sistema, restando como única alternativa a mudança do caráter dos controles de inflexíveis, controladores, capatazes competente para uma outra visão de sistemas mais flexíveis, adaptáveis, com controles mais mediadores.

          No centro dessa noção de mediação está o fim da visão mecanicista clássica em prol de uma conceituação de sistemas como resultante de partes conflitantes que atuam e cooperam no seu gerenciamento. Controle, segundo essa abordagem, é um elemento de mediação exercido por processos gerenciais de trocas e negociações e não apenas regras e regulamentos.

         A conseqüência mais imediata dessa mudança de enfoque tem sido uma reavaliação das noções de valores e ordem na conceituação de sistemas. Se antes, o importante era definir estruturas, categorias, associando-se ordem à hierarquia, agora esse dois elementos, ordem e hierarquia, passam a ser distintos, independentes, deixando de estarem necessariamente associados.

        Se antes, valor poderia ser igualado a formas organizacionais, agora valor é apenas um atributo da informação, que por sua vez substitui preço, na valorização das empresas e nas ações dos produtores, consumidores e fornecedores no mercado.

        A natureza do planejamento e controle mudaram de enfoque na atual sociedade de massas, comprometendo a visão que antes tínhamos do papel das estruturas e funções nas variações e mudanças de estados de um sistema.

     A Modelagem de Uma Visão de Sistemas

       No centro da visão sistêmica estão as noções de organizações, formas, informação e valores. A captura desses conceitos é importantes na modelagem de sistema para que ele não seja visto, aqui, apenas como uma fórmula, um algoritmo, um programa de computador ou uma solução pronta na resolução problemas, mas que seja uma ferramenta de análise no comportamento e equilíbrio dos fenômenos.

     Teoria Geral de Sistemas

        No século 20, Max Weber teve um papel importante no estudo das estruturas organizacionais seu gerenciamento, planejamento e controle, reforçando a visão que equaliza hierarquia à ordem; valor à organização. No entanto, o desenrolar das experiências de negócio durante todo esse século mostra claramente, que é possível ter-se um negócio (estrutura) e não ganhar-se dinheiro, por outro lado, o contrário também é verdadeiro, é possível ganhar-se dinheiro e não ter-se um negócio. Isso mostra a relatividade do estudo de estruturas e categorias na avaliação de um sistema gerencial, seguindo essa visão estruturalista de Weber.

        A importância de Weber, no estudo das organizações, teve seu equivalente no estudo de sistemas em Ludwing Von Bertalanffy com seu livro “Teoria Geral de Sistemas”. A visão de Bertalanffy de partes integradas, relacionando-se modelos gerenciais de naturezas diferenciadas, tais como, o biológico, o mecânico ou o cibernético tem auxiliado na constituição do planejamento e controle através de diferentes formas de organização e gerenciamento. Nesse sentido, a visão sistêmica tem sido um avanço em relação às conceituações do modelo clássico de causa e efeito nas ciências, os quais, vinham mais ou menos imutáveis desde os tempos de Galileu Galilei e Descartes.

         A maior contribuição da idéia de sistemas foi o desenvolvimento do conceito de totalidade, relacionando-se causalidade e finalidade na abordagem científica. Assim, o objetivo de um sistema não é apenas resolver problemas usando fórmulas e algoritmos mas, antes, ter uma compreensão ampla de seus fenômenos associados, através do uso de modelos e paradigmas gerenciais diferenciados, analisando-se interações e trocas entre os meios internos e externos, incorporando-se adaptabilidade, intencionalidade e medindo-se valores através do conceito de informação.

    Sistemas abertos e fechados

          Uma das ferramentas básicas na abordagem de sistemas é a conceituação de fenômenos como estruturas e funções abertas ou fechadas na análise das relações de troca entre seus meios internos e externos, e a conseqüente medida de seus graus de organização e desorganização através da noção de entropia.

        A diferença fundamental entre sistemas abertos e fechados é que o primeiro não atinge um estado de equilíbrio, mas sim um estado uniforme de trocas com o meio, como por exemplo, o metabolismo de um célula. Desse modo, controle em um sistema aberto é um regulador dinâmico das condições internas e externas de um sistema sem com isso atingir-se um estado de consumo “otimizado” de energia, mas sim um estado de consumo “constante”. No caso de organismos vivos, isso permite que células não morram rapidamente se certas necessidades calóricas e energéticas não forem alcançadas num certo momento. Na verdade, elas têm uma margem de negociação no consumo energético por todo um período de tempo que é muito variável.

         No caso de sistemas fechados como no caso de reações químicas, por exemplo, existe um equilíbrio rígido no consumo de energia que define estados iniciais e finais, ou seja, quantidades iniciais de certos elementos definem quantidades finais numa equação química. Assim, se certas condições energéticas iniciais mudarem, as condições finais dos sistemas fechados as acompanham na mesma proporção a fim de se manter o equilíbrio constante nas trocas energéticas e a proporção correta dos elementos químicos participantes nesse tipo de reações.

         O mesmo não ocorre em sistemas abertos dos seres vivos, nos quais, estados finais semelhantes podem ser atingidos por diferentes condições iniciais, (equifinalidade). Outra diferença é que em sistemas fechados existe uma contínua destruição de ordem. No caso das reações químicas, certas quantidades iniciais de elementos são consumidos e transformados em outros em quantidades e proporções diferentes. No caso de seres vivos, ou células, há uma tendência de se manter um estado uniforme de existência, evitando-se com isso aumentos de entropia, favorecendo-se estados de ordem e organização crescentes (entropia negativa).

          O objetivo da abordagem de sistemas é compreender fenômenos diferenciados, regulados por aspectos e pontos de vista estudados em diferentes campos das ciências e, avaliar como essas diferenças se parecem ou podem se constituir em princípios gerais reguladores independentemente da natureza de seus componentes. A essa considerações, Bertalanffy denominou “Teoria Geral de Sistemas”.

     

        

    Conceito Básico de Sistemas
     

                                      Fig.2 "Conceituação Simplificada de um Sistema"

    Informação, entropia, teleologia e mediação

    Informação como medida de fluxo

         Informação é uma conceituação de valor na modelagem de sistemas que se origina da teoria da comunicação a qual tem a tendência de associar fluxo de informação a fluxo de energia. Assim, informação está associada ao mesmo sentido do fluxo energético que se escoa em cabos e linhas e fios, ou seja, percebemos informação como um fluxo através de uma linha de transmissão, por exemplo.

         No entanto, é fácil mostrar que nem sempre o fluxo de informação flui no mesmo sentido de um fluxo da energia como no caso de portas automáticas que se abrem quando a sombra de uma pessoa corta o feixe de energia luminosa. Nesse caso, a “interrupção”  (descontinuidade)  num feixe luminoso definiu um fluxo “contínuo” de informação como o número de pessoas entrando numa loja, por exemplo.

     Informação como medida de organização

         Outra maneira de se medir informação é através da quantidade de possibilidades contidas numa resposta. No caso de perguntas com várias alternativas, as decisões possíveis são uma função logarítmica. Se tivermos o caso em que as respostas são do tipo “sim” ou “não”, ou seja, a função logarítmica de respostas possíveis é da base 2. Teremos tanta informação quanto “2” elevado a “N” possibilidades. Assim, como nesse caso de respostas tipo sim ou não, informação é interpretada em quantidades de bits de um sistema binário como no caso da organização do fluxo de informação fornecido pelos computadores. Essa noção de medida da informação avalia graus de ordem e organização ou entropia negativa.

         Entropia “positiva” é uma medida de desorganização de um sistema “fechado” ao se consumir seus elementos como no caso das reações químicas quando há dissipação de energia e mudança nas proporções iniciais e finais dos elementos participantes. Como entropia é definida como o logaritmo de uma probabilidade, a noção de informação nesse sentido flui no sentido inverso, medindo níveis de entropia “negativa” ou capacidade de organização de um sistema. Nessa abordagem está implícita a associação de valor à organização, ou seja, o valor da informação é medido através do ganho energético necessário para se criar ordem ou produzir-se certa quantidade de elementos numa reação química de um sistema fechado.

     Informação como medida de equilíbrio

          Outra medida de informação, ainda associada à teoria da comunicação, diz respeito aos mecanismos de retroalimentação no processo desencadeado entre emissores, receptores e mensagem. A retroalimentação exerce, nesse caso, um papel regulador trocando informação entre receptores e emissores no sentido de se estabelecer um equilíbrio na comunicação através da mensagem. Assim, a retroalimentação ou feedback exerce o papel de mecanismo de controle (homeostático), usando para isso a informação como medida de equilíbrio.  

    Informação como medida de controle

          Existem certas medidas de controle como na situação em que ocorre nos processos embrionários mais primários associados ao papel evolutivo dos genes, por exemplo, onde a regulação do processo de formação e crescimento inicial de um organismo se dá por mecanismos de interação dinâmica com o meio. Nesse caso, um organismo vivo, como num sistema aberto, mantém um metabolismo não em estado de equilíbrio, como já vimos, típico de sistemas fechados, mas através de um estado uniforme de trocas entre seus meios internos e externos.

         Então, numa etapa posterior e secundária na formação de órgãos especializados desse ser embrionário inicial, começam a surgir mecanismos de retroalimentação. Esse é o caso na etapa de formação dos sistemas nervosos e neurológicos dos fetos que requer sistemas de controles e trocas mais eficientes do que aqueles resultantes das interações dinâmicas. Bertalanffy chama esse processo de mecanização progressiva, partindo-se de controles de interações dinâmicas primárias até se atingir a etapa de formação dos sistemas secundários especializados os quais requerem controles mais precisos através da retroalimentação.

     Causalidade, finalidade e teleologia

        A discussão clássica do método científico sobre a capacidade de decisão e autonomia dos fenômenos, vistos apenas sob o ponto de vista mecanicista, cria uma realidade física baseada somente na noção de causa e efeito. No entanto, a ciência moderna tem aceito e incorporado, cada vez mais freqüentemente, as noções de totalidade e sistemas de elementos com interações mútuas, tais como, nos casos das noções de “gestald”, “holismo” e “visão de organismo”. Então, em adição à noção simplista de causa e efeito, cresce cada vez mais a percepção do papel das atitudes de busca por metas e objetivos intencionais e resultados esperados no comportamento dos fenômenos.

        A própria noção de sistema tem também tentado incorporar essa noção teleológica de fins intencionais, procurando por maneiras de se simular noções de intencionalidade e adaptabilidade muito mais próximas das condições reais do comportamento social humano. Uma dessas estratégias de se simular intencionalidade ocorre quando em sistemas abertos pode-se atingir os mesmos estados finais característicos, partindo-se de diferentes estados iniciais (equifinalidade), usando-se para isso interações dinâmicas como no caso visto do desenvolvimento primário de embriões.

        A outra abordagem sistêmica que tenta incorporar condições intencionais é a retroalimentação, tentando alcançar e manter estados uniformes, (sistemas abertos), através de controles homeostáticos de regulação, baseado em encadeamentos causais circulares e mecanismos que avaliam informações desviantes das metas estabelecidas [Bertalanffy, Teoria Geral de Sistemas]. Nesse sentido, sistema não é o resultado de avaliações simples de causa e efeito, mas de interações e avaliações contínuas das condições dos meios internos e externos em que o fenômeno se situe tanto no sentido determinístico de leis reguladoras quanto no sentido probabilístico de possibilidades e potencialidades.

     Informação como elemento de mediação

        Como estamos apresentando aqui, além das relações de causa, feito e teleologia existe também um papel mediador da informação como resultado das forças conflitantes existentes no processo de comunicação. No caso, por exemplo, das audiências e seus apresentadores como representado pela mídia, as relações de comunicação estabelecidas pelas mensagens enviadas não são reguladas tão somente pelo processo de retroalimentação, mas também por interação dinâmica entre emissores e o receptores num disputa por dados ou informação.

        Para o processo de mediação, como aqui apresentado, o modelo de comunicação assim como o modelo sistêmico, não se estabelece apenas em regime aberto ou fechado ou por condições de equilíbrio ou, ainda, através do consumo uniforme de energia. A visão sistêmica de mediação é, antes de mais nada, um processo de avaliação de um conflito primordial estabelecido por necessidades de sobrevivência entre seus participantes onde se somam às condições de causa e efeito às atitudes intencionais.

         A avaliação de conflitos, como aqui apresentado, não é uma questão energética entrópica positiva (desorganização) ou negativa (organização), mas uma questão da valorização ou desvalorização desses conflitos através do tempo podendo, desse modo, ora produzir-se organização ora desorganização. O que importa para uma avaliação de mediação é a investigação e a preservação da situação conflitiva inicial que deu origem ao sistema para se manter a estabilidade na disputa entre os elementos formadores de um sistema.

         Procura-se, através desse conceito sistêmico de mediação, apropriar um certo sentido de totalidade nas ciências baseado num princípio de estabilidade dinâmica por meio de uma abordagem econômica de seus elementos constituintes, partindo-se do princípios de que além das condições axiomáticas existente em todos os ramos das ciências existe um certo grau de liberdade, ou margem de atuação ou escolha, implícito nos elementos constituintes de qualquer sistema, quer sejam em condições fechadas ou físicas, quer sejam em condições metabólicas ou vivas.

         As condições de equilíbrio dinâmico no processo de mediação são resultado não apenas de causa e efeito, como descrito pela ciência clássica, mas também por ato intencional (teleológico) com o objetivo de se definir certas condições específicas mais favoráveis aos elementos participantes ou conflitivos.

        Desse modo, por exemplo, os elementos de uma reação química, tais como, hidrogênio (H) e oxigênio (O) sob certas condições catalítica podem produzir água (H2O). O reverso também é verdadeiro, a água pode ser decomposta em seus elementos constituintes.

        Assim, as condições mais favoráveis para se produzir um elemento, (H2O), ou outro, (H) e (O) tomados separadamente nessa reação química, não são determinados apenas pelas condições entrópicas positivas ou negativas para se atingir as condições corretas de equilíbrio, partindo-se de certas condições e quantidades iniciais de estado. As condições determinantes desse tipo de equilíbrio, na visão sistêmica de mediação, são definidas pela economia dos elementos participantes do sistema, (H2 + O = H2O), ou através da análise de seus condicionantes internos (nível atômico) e externos (meio físico).

        Já sabemos que mesmo que uma reação, ou condição, ocorra 1 milhão de vezes nada garante que essa mesma condição ocorrerá na milionésima primeira vez. Isso quer dizer que um sistema repousa em condições de equilíbrio dinâmico estabelecido por seus participantes. No caso do exemplo acima, a reação química pode ser vista como o resultado das condições catalíticas do meio para certa temperatura e pressão, assim como, das condições definidas pelas partículas subatômica (elétrons, prótons e nêutrons) do hidrogênio e do oxigênio (mecânica quântica).

        O equilíbrio dinâmico é, portanto, resultado da potencialização dessas condições catalíticas e subatômicas, as quais permitem que a reação química ocorra e seus elementos existam, não apenas como resultado de causa e efeito, mas por ato que podemos considerar aqui intencional das condições subatômicas, ora privilegiando o elemento água (H2O) para certas condições de temperatura e pressão do meio físico, ora os elementos oxigênio (O) ou hidrogênio (H) tomados separadamente para certas condições probabilísticas no comportamento e existência de partículas subatômicas em seus núcleos.

         Esse ato “voluntarioso” não é apenas resultado da probabilidade, mas da potencialização das complexidades existentes na explosão de possibilidades ao se combinarem as condições do meio físico (temperatura e pressão) e do comportamento das partículas subatômicas. Ou seja, nunca estamos certos, ou estaremos, se um fenômeno ocorreu por condições meramente probabilísticas ou determinísticas.

         No caso de sistemas abertos, metabólicos ou vivos essa percepção econômica de mediação é mais óbvia, já que os elementos participantes, (no caso células), estabelecem trocas entre seus meios internos e externos e não atingem um estado final de constituição de um organismo a partir de uma única condição primordial, mas através de diversos caminhos ou estados diferenciados.

        Equilíbrio, nesse caso, significa o estabelecimento de condições econômicas mais favoráveis a um certo nível de consumo uniforme e estável de energia o qual pode ser atingido por diversos meios. Fica claro, desse modo, que um ser vivo é resultado de condições de disputa entre suas células pelo melhor arranjo econômico, (sob certas condições de temperatura e força gravitacional, por exemplo), na constituição de diversos órgãos, os quais acabarão por compor o todo final estável do organismo.

        Esse arranjo representa as melhores condições de conflito entre as diferentes células de diferentes tecidos de diferentes órgãos componentes do todo do organismo. É por isso que um organismo vivo existe apenas como um equilíbrio dinâmico, sendo sujeito a todo instante a um bombardeio de elementos destrutivos, oxidantes e redutores e, ainda assim, suas defesas, a fim de se manter esse equilíbrio, sempre precário, trabalham para manter as condições de uma mediação com o meio hostil e seus mais diversos órgãos funcionais. Isso permite uma estratégia interessante, quando a perda de um tecido, ou de um órgão secundário, por exemplo, nem sempre trás o colapso do sistema. Existem sempre diversas possibilidades, talvez infinitas, de arranjos e rearranjos em prol da existência estável do sistema metabólico de um ser vivo.

        Morte ou colapso nesse caso significa a exaustão dessas possibilidades de arranjos e rearranjos na economia dos conflitos existentes num processo metabólico, desencadeando-se então a formações de centenas de outros sub-processos que estavam embutidos, subentendidos, coligados ou subjacentes.

        Informação sob esse ponto de vista de mediação é uma medida de valor econômico que se valoriza e desvaloriza no tempo e é parte do processo de comunicação, alavancando as condições de retroalimentação (feedback) nas trocas estabelecidas entre os emissores, receptores e mensagem. O que muda nessa percepção de informação como mediação é que o importante no processo de comunicação é investigar o caráter conflitivo que existe entre emissores e receptores, assim como, examinar o valor implícito e explícito contido na mensagem e não apenas no seu valor explícito. Informação, desse modo, serve não apenas para medir valores, mas para se definir estratégias e exercer controle e mediação com o objetivo de se preservar e manter o equilíbrio de um sistema.

        As condições referentes ao meio interno e externo dos emissores e receptores farão parte, implicitamente, da mensagem constituindo-se como partes integrantes da disputa e troca por dados. Essas condições implícitas na mensagem, como no caso da comunicação humana, podem se referir a condições psicológicas, patológicas ou emocionais ou, ainda, a outras diferentes condições mais favoráveis ou desfavoráveis a uma das partes.

        No entanto, o valor explícito da mensagem pode muito bem ser escamoteado, produzindo-se intencionalmente ou não erro, ruído ou interferência. No caso de um vírus atacando um organismo é sabido que muitos se disfarçam em elementos participantes, levando-se algum tempo até que o organismo os identifique como invasores ou predadores. Outros, ainda, como no caso de bactérias convivem harmoniosamente na nossa flora intestinal, chegando a serem essenciais no processo metabólicos humanos da digestão.

         A mediação que se estabelece no processo de comunicação quer seja em sistemas abertos ou fechados é aquela que compatibiliza e existência dos elementos participantes, tais como, Hidrogênio (H), Oxigênio(O), água (H2O), emissores e receptores numa certa coexistência, quer seja em condições de equilíbrio ou, ainda, para condições de consumo uniforme estável. Essas condições de coexistência podem ser resultados das condições de equifinalidade ou não.

         Para o processo de mediação, como as condicionantes de estados de um sistema são de ordem econômica, pode haver apenas uma condição determinante na passagem de uma situação inicial de estado para outro final, assim como, podem existir diversas condições de valorização ou desvalorização, inflação e deflação, determinando as mais diversas condições para um estado final estável e uniforme de um sistema. Porém, o processo de mediação e, por extensão a própria noção de informação, são ambos resultantes de condições de estabilidade, que por sua vez podem ser entrópicas positivas (desorganizadas) ou entrópicas negativas (organizadas), mas nunca, desconexa sem sentido ou estariam fora de nosso alcance de compreensão.

        Organização ou desorganização nas condições de totalidade (universal) da qual fazemos parte são condições temporárias. O objetivo é perceber a existência de uma relação mediadora permanente de estabilidade entre ganho e perdas de energia , assim como, nas condições de comunicação que definem significância de valores.

        A própria existência de um universo, ou de uma realidade. Se existem e podem ser apropriados é por que eles, também são resultados dessas mesmas condições de estabilidade ou forças econômica conflitantes de mediação. E, ainda, só podemos vê-los e compreendê-los por que nós também somos resultados dessa mesma natureza mediadora. Não podemos ver aqui sistema, conjunto, totalidade ou universo, como condições unilaterais de existência de uma realidade; uma coisa, um objeto com início meio e fim ou, ainda, produto apenas de uma relação de causa e efeito, mas tão somente uma relação mediadora entre potencialidades, possibilidades e realidades.

     

    Conceito Amplo de Sistemas

                                            Fig.3 "Conceituação Ampla de um Sistema"

  • Ascensão da Informação ; Decínio da Burocracia: Resumo

    10

    Fev
    10/02/2011 às 19h12

     

    lecture

     

     

    Por Favor Contribua com o Professor

    Titular: Ricardo Gomes Rodrigues

    Banco: Banco do Brasil :001

    Código Agência: 6820

    NºConta:60021-0

     Preâmbulo

     Da mesma maneira que no passado haveríamos de ter lançado esse palestra como um livro, hoje lançamos, primeiro, na Internet, vista aqui, como um novo veículo de mídia, apresentando editoração de texto e imagens, programação de computadores e áudio.

     O objetivo é demonstrar essa novo papel da Internet enquanto veículo de comunicação, e, como elemento de automação e inovação nos processos gerenciais, no caso aqui, considerando ensino à distância, pesquisa, consultoria e informação.

     Nosso ponto é que estamos diante de um novo conceito, parte de um novo processo, que possuí ferramentas próprias de uma nova mídia, a qual é fundamentalmente de conteúdo, não apenas de marketing.

     Ninguém haveria de ficar muito tempo sentado diante de um canal de TV, ou Rádio, que apresentasse apenas propaganda. Esse é o problema das páginas e Portais na WEB atualmente. Um grande circo de marketing, sem conteúdo. Nossa tentativa aqui é apresentar, conteúdo, reforçando o novo papel da Internet como elemento de divulgação e propagação da informação, valor e conhecimento.

     Espero que goste,

     Ricardo Rodrigues

    Obs.: esse texto foi publicado originalmente na Internet  no ano 2001, estou republicando agora em 2011. Acho o e=texo ainda bastante atual 

    A Globalização

    O valor e a ordem das coisas

     O momento atual, que estamos vivendo da globalização, teve início 500 anos atrás comos descobrimentos e as navegações, quando passamos do mundo medieval místico para a idade da razão clássica, até atingirmos a atual modernidade. Vivemos, agora, a era das massas, na verdade o império das massas, com o predomínio global da classe média como força dominante por todo o planeta.

     Os últimos 500 anos representaram um formidável esforço à procura de valores, conceitos e ordem das coisas que nos cercam, e, teve como base o valor da moeda. Esse sinal monetário tem sinalizado significância para o mundo a nossa volta, reforçando a necessidade de uma ciência de ideias e crenças com o objetivo de resolver problemas. Não é à toa que aos descobrimentos marítimos, seguiram-se o mercantilismo e o advento da, assim chamada, "nova ciência" de Copérnico , Galileu e Descartes.

     A idade da razão definiu os valores estéticos dos últimos 200 anos de nossa história, através de um conjunto de paradigmas tanto para as ciências quanto para os negócios, baseado no valor do pensamento objetivo e certezas quanto à natureza e à ordem das coisas que nos cercam.

     A questão do valor da moeda é significante para representar o próprio conceito da atual globalização. Se no início, o ouro era sua maior e melhor representação para medir o sólido valor das coisas, passamos então, depois, para um período de criação de índices de avaliações que, através de flutuações, representavam aquilo que queríamos ou desejávamos.

     O padrão-ouro é exemplo disso; maior ou menor entrada de ouro no balanço de pagamento; maior ou menor o poder de compra da moeda nacional. Hoje, a moeda, assim como ouro, é uma mercadoria com outra qualquer, que representa um conjunto de valores de risco e de expectativa de liquidez, negociados em bolsas de mercadorias e derivativos. A "fortuna" de cada um não está mais nos cofres dos Bancos, mas no portfólio de investimento das empresas como ativos contábeis.

     A Ciência dos Problemas

     Desde o início da comercialização intensa de produtos no mercado internacional , propiciada pelas navegações, até atingirmos o nível da produção em massa do século 20, formou-se um mercado global com dinâmica própria, o qual tenta equilibrar tecnologia e processos gerenciais nas tomada de decisão referentes as áreas de marketing, comercial, produção.

     A evolução dessas forças de produção, que no início estavam baseados na definição de modelos conceituais rígidos, criou níveis de complexidades que forçam, agora, uma revisão dessa visão clássica de definição e resolução de problemas.

     Em outras palavras, a rigidez ditada por modelos e estruturas de controle se foram, para dar lugar a uma nova noção de mediação no estudo e avaliação de forças conflitantes que formam os mais diversos sistemas econômicos, sociais e políticos. Nesse sentido, problemas não são resolvíveis apenas gerenciáveis. Controles, seguindo dessa visão, avaliam condições de equilíbrio, não sendo apenas fórmulas, tecnologia ou soluções prontas.

    No centro dessa noção de mediação, como equilíbrio de forças conflitantes, está o conceito de informação, que a despeito de ser intuitivo a cada um de nós, dificilmente concordaríamos com uma definição. Desse modo, como apresentamos nessa palestra, informação é uma medida de equilíbrio de forças conflitante entre emissores e receptores e tem um valor econômico que se valoriza e desvaloriza no tempo.

     Apresentamos a estrutura da informação através de duas componentes: uma tecnológica  outra gerencial.

     A Componente Gerencial da Informação

     Burocracia

     A componente gerencial da informação é aquela que enfoca o valor estratégico dos processos de tomada de decisão, tais como, para as áreas de marketing, produção, comercial, recursos humanos, pesquisa e desenvolvimento. Sua maior preocupação é apropriar a alavancagem propiciada pelos investimentos na área financeira e de produção. Como informação, no fundo, representa uma noção de equilíbrio, o que se procura saber é como as forças externas e internas à organização geram ativos, riqueza e equilíbrio social.

     Por todo o século 20, a preocupação essencial era com a forma das estruturas organizacionais, afim de gerar um corpo profissional, isento de populismo e lideres carismáticos, O objetivo essencial era criar um sistema de gerenciamento estável, propiciando ganhos contínuos e crescentes.

     Processos Competitivos

     A burocracia decorrente dessa noção de gereciamento científico, no início do século 21, está esgotada porque tornou-se um impedimento à tomada de decisões rápidas, ao redesenho de processos gerenciais e de inovação. Assim, a visão clássica de vantagem competitiva baseada apenas nos preços, ou ainda, na quantidade dos fatores de produção, tais, capital, terra e trabalho, cede lugar à noção estratégica dos processos, explorando as diferentes forças que compõem a cadeia produtiva da organizações, tais como àquelas geradas pelo poder de barganha dos fornecedores, produtores, clientes e a pressão exercida pelos novos participantes.

     Informação na área gerencial, portanto, tem duas preocupações: 1- alavancar os recursos financeiros e de produção, gerando ativos: 2- definir estratégias de inovação que reforcem a posição das empresas no mercado, estreitando suas relações com fornecedores, clientes e novos participantes.

    Mercado, seguindo esse raciocínio, é um conjunto de forças (clientes, fornecedores, produtores) que procuram uma mediação através das expectativas de risco e liquidez quanto às possibilidades de se tornar "passivos" em "ativos"; investimentos em retornos lucrativos; possibilidades em realidades.

     A Componente Tecnológica da Informação

     A componente tecnológica da informação também persegue os dois componentes básicos que afetam a componente gerencial, ou seja, a noção de valor geral das coisas e uma ciência para a resolução de problemas.

     Sistemas

     A noção de sistemas, nesse sentido, foi a maior contribuição do século 20 para se ampliar a visão de "ciência", configurando-se problemas como sistemas abertos ou fechados, avaliando-se a maior ou menor interação de suas componentes internas e externas , as quais, na verdade, criam os problemas e, por assim dizer, os próprios sistemas.

     Então, sistema é igual a problema. Ele só existe enquanto as forças conflitantes (internas e externas ) que o compõe cooperarem para sua existência. Pode-se concluir daí que os conflitos são os fundamentos de qualquer sistema, não podendo ser resolvidos, sob pena de aniquilar o próprio sistema existente, sendo, consequentemente, apenas gerenciáveis.

     Programação e Gerenciamento de Dados

     No centro das tecnologias de sistemas estão os métodos e processos que tentam modelar essas componentes internas e externas, começando com as técnicas de programação de computadores até chegar-se a administração e gerenciamento de dados, os quais se tornaram a matéria-prima da informação.

     Da programação estruturada, com fluxos contínuos e sequenciais, até a programação por objetos definidos em classes que herdam propriedades definidas em funções distribuídas hierarquicamente, o desenvolvimento da tecnologia de sistemas tem perseguido duas coisas: a criação de uma
    linguagem e a definição de "significância" , ou inteligência nos seus processos.

     Linguagem e inteligência criam, na verdade, valores para os dados, que aliás é a base da avaliação de processos também na área gerencial. Desse modo, Administração e gerenciamento de bancos de dados tornaram-se peças chaves para o entendimento do valor da informação; como ela é armazenada ou recuperada no tempo; como ela se valoriza ou se desvaloriza, estabelecendo, assim, seu papel de mediação na disputa entre emissores e receptores.

    Redes, Equipamentos e Inventário de Papel

     Se na era industrial, o foco do gerenciamento era na cronometragem de tempos nas linhas de montagens; na era de serviços, a preocupação é com o inventário de papel acumulado nos arquivos de aço ou em bancos de dados. Esse inventários de papel está no centro da questão da produtividade na área de serviços, e sua administração é essencial para a sobrevivência das empresas no futuro.

     A moderna visão da administração de inventários de papel vai além das preocupações com o gerenciamento de bancos de dados, ela está focada, de modo crucial, na configuração das redes de computadores, as quais possibilitam maior ou menor acessibilidade à informação, definindo regras importante na configuração e desenho de processos gerenciais de tomadas de decisão, assim como, na definição da própria arena de competição onde atuam clientes, fornecedores e produtores, ou seja, o próprio mercado.

     O modo, então, que essa informação, é codificada, transmitida, decodificada e apresentada tanto ao emissor quanto ao receptor passou a ser a questão chave no moderno gerenciamento da informação.

     Mercado Eletrônico

     O foco das preocupações no desenho dos processos gerenciais do século 21 passou a ser, portanto, a administração de um conjunto de tecnologias que têm como base: 1- protocolos que codificam, decodificam, transmitem e apresentam dados aos usuários; 2- métodos e processos de programação inteligente que armazenam e recuperam dados, transformando-os em informação, fazendo das interfaces gráficas, mídia com linguagem própria e com a missão de estabelecer uma mediação entre emissores e receptores, produtores e consumidores.

     A arena atual de intensa competição por produtos e serviços, como podemos perceber, passou a ter duas componentes: uma real e outra virtual criada. Assim com o gerenciamento passou a ter duas preocupações estratégicas: uma real referente a distribuição, produção e logística, e, outra virtual, referente a configuração das redes, programação de computadores e protocolos.

     Declínio da Burocracia; Ascensão da Informação

     A questão, no entanto, permanece. O que substitui a burocracia, no sentido de Max Weber de um corpo gerencial profissionalizado? Como podemos perceber, no centro da questão de controle, comando e tomada de decisão está a questão da exaustão dos modelos e sistemas rígidos e sua substituição por uma visão de medição, ou a arte de gerenciar forças conflitantes.

    No declínio da burocracia como elemento mediador está a ascensão da informação como resultante do equilíbrio entre tecnologia da informação, valor das coisas que nos cercam e estratégias de inovação. Dessa forma, informação passa a ter a mesma importância que um dia custo teve na era
    industrial. Da automação das linhas de produção passou-se à automação da tomada de decisão nos processos gerenciais.

     Informação passou a ter, também, um valor acumulativo traduzido por "conhecimento", e, da mesma forma que dinheiro e ouro um dia alimentaram a paixão das vaidades, fama e ilusão de riqueza, também agora, a informação passa a ser uma questão de poder de decisão. A nova era da informação não é nem melhor ou pior do que outras eras passadas, é apenas um passo na evolução humana, até atingirmos essa, que poderíamos chamar de tecnocultura.

    Nesse sentido, o homem continua a estar no centro da questão cultural. As preocupações é que evoluíram com a tecnologia. Isso vem ocorrendo desde a invenção da roda. As questões mais importantes, hoje, deslocaram-se dos sindicatos, fábricas e distribuição de renda, passando a gravitar em torno das garantias à privacidade, direitos das minorias, iguais oportunidades e direitos de acesso à informação e à educação.

     

  • Dawn of Information; Demise of Bureaucracy: Synopse

    10

    Fev
    10/02/2011 às 18h34

    Lecture

     

    Dawn of Information; Demise of Bureaucracy

     

    Please Contribute to the Professor

    Titular(Acount owner's name): Ricardo Gomes Rodrigues

    Banco (Bank's Code): Banco do Brasil :001

    Código Agência(AgencyCode): 6820

    NºConta(Account nº): 60021-0

    Preamble

       In the same way that in the past, we would had launched this lecture as a printed book, today we are launching it first in the Internet, presented here as a new vehicle of media, using editing of text, images, audio, and computer programming.

       The objective here is twofold: to demonstrate this new role of Internet as communication media and, also, to present it as a crucial element for automation and innovation in the management processes of organizations, in this case, considering long-distance education, researching, consulting and information analysis.

        Our main point is that we are facing a new concept, part of a new communication process, that has its own working tools and should be considered as a new media vehicle which is, basically, based on content not just on marketing strategies.

        In fact, nobody would spend much of his time to appreciate a TV or a Radio show that presents only propaganda. That is the problem with the Web pages, currently. A huge circus of marketing without content. Our attempt here is to present content, strengthening the new role of Internet as a new element for spreading and propagating information, values and knowledge.

       Hopefully, you like this presentation,

       Professor Ricardo Rodrigues

       Originally, published on March 3<sup>rd</sup>, 2001

    Obs.: This lecture was originally presented in the Internet on year 2001 and now I am republishing it on February 10<sup>th</sup> , 2011. I still consider it very updated and useful.

    The Globalization

    Values and the Order of Things

       The present moment, (originally, this text was written in the year 2001), of globalization that we are living in has begun 500 years ago, following the age of discoveries based upon the attempts to circumnavigate the globe, started by the Portuguese. Then, we have moved from the medieval mystic world toward the age of the classic reason, until, reaching the current age of modernity. We are now living in the age of the masses, in the truth, the empire of the masses based upon this global predominance of the middle class as a major economic force all over the planet.

       The Last 500 years have represented a formidable effort in searching for values, concepts for the definition of the order of things that surround us, and this searching has primarily been based upon the value of money. This monetary signal represented by the currencies has signaled through time significance to depicture the world around us, strengthening the necessity for a science of ideas and beliefs with the primarily goal to solve practical problems. And, It is not by chance that this period of maritime’s discoveries was followed by the rise of the mercantilism, and also by the advent of that so called “new sciences” of Copernicus, Galileo and Descartes.  

       The age of reason has defined aesthetic values for the past 200 years of our history, designing a set of paradigms for sciences as much for businesses, based upon the value of objective thinking and certainties about nature’s behavior and the definitions of the order of the things that depicture the world surrounding us.

       The question of the value of the money and its currencies is significant to represent and analyze the current new concepts produced by the globalization. If at the beginning, the gold was its greatest and best representation to measure the solid value of the things, we then passed toward a period of indices of evaluations that through money market fluctuations would represent what we wanted or desired.

       The old “standard-gold” is a good example of this; greater or minor gold entering in a country’s trade balance of goods; greater or minor the power of purchasing of its national currency. Nowadays, currencies as well as gold, are no more than commodities represented by a set of values of risks and expectations about their liquidity in the marketplace, and they are both negotiable in stocks, currencies, and derivatives’ market exchange. Ones fortune is no more in the Banks’ vault, but in the organization’s portfolio of investment as short or long-term asset.

    The Science of Problems

       Since the beginning of this intense trading of products and goods in the international marketplace arena, starting with the navigations, until reaching the mass production strategies of early 20<sup>th</sup> century, a global market with its own dynamics has been formed at the beginning of the 21<sup>st</sup> century, trying to balance the use of technology and managerial decision making processes in areas as for marketing, advertising, financing in different departments of the organizations.

       The evolution of these forces of production and commerce which at the beginning was based on rigid definitions of conceptual models, has created additional levels of complexities that now are forcing a serious revision on the classic view of problems’ solving and definitions. 

        In another words, the rigidity dictated by traditional models and structures of control has gone, to give place a new notion of mediation in the studies and evaluations of conflicting forces which form the most diverse economic, social and political systems worldwide. In this sense, problems are not solvable but only manageable. Controls, following of this new vision, evaluate conditions of equilibrium, not just the application of formulas, technologies or ready-to-go solutions.

       At the center of this very notion of mediation, as the balancing of conflictive forces, is the concept of information that the spite the fact of being intuitive to each one of us hardly we would agree to a common ground definition. In this manner, as we are presenting in this lecture, information is a measure of conflicting forces which act among diverse senders and receivers, and it has also an economic value that valuates and it devaluates through time.

       We now present the structure of information throughout two general components: one, technological in nature and another managerial.

    The Managerial Components of Information

    The Birth of Bureaucracy

        The managerial components of information are based upon the strategical values of the decision taking processes, such as, for the areas of marketing, production, advertising, human resources and researching and development (R&D). Its major concerns are to correctly appropriate the leverage yielded by investments in the financial and production areas of organizations. As information in its deepest meaning represents a notion of balance, what one is looking for is to measure in to how extent external and internal forces of the organization generate asset, wealth and social balance.

        Per all the 20<sup>th</sup> century, the major and essential managerial concerns has been to define how the best organizational’ structure correspondent to the design of a professional body of managers, exempt of populism and charismatic leadership. The objective, in essence, has been to create a stable system of management in order to propitiate increasing steady and continuous profits and gains for the organizations.

    Competitive Processes

        The bureaucracy decurrent from this early 20<sup>th</sup> century notion of scientific management now, at the beginning of 21<sup>st</sup> century, is completed depleted because it turned to be an impediment for the needs for faster and more efficient design of the decision making and management innovation processes. Thus, the classic vision of competitive advantage solely based on the price of goods or on the correct amount of production’s factors such as for capital, land and labor, yields significance to a more strategical notion for the managerial processes, which now try to take advantage of the different participants forces in the organizations’ supply chain, such as those generated by the bargaining power of the suppliers, producers, customers and the pressures exercised by market’s new participants.

       The concept of Information in the management area, therefore, has two principal concerns: Firstly, to leverage on both financial and production resources of the organizations in order to generate new assets; Secondly, to define innovation strategies that strengthen the position of the companies in the market, narrowing its relations to suppliers, customers and new participants. The Marketplace, following this reasoning, is defined as a set of forces: (customers, suppliers, producers, new entrants) which are in searching for the right market mediation’s conditions through their best evaluations and measurements on expectations of risk and liquidity in order to make liabilities into assets; investments into lucrative yields; possibilities into realities.

    The Technological Components of Information

       The technological components of information also pursue the two basic components that affect the management’s components discussed above, that is, the definition of a general notion of values to explain the order of things and the definition of a science of  problem’ s resolution.

    Systems

       The notion of systems, in this direction, was the biggest contribution of 20<sup>th</sup> century to enlarge the early vision of a science of problem’s resolution, configuring, thus, problems as opened or closed systems, evaluating the degrees of interactions of the internal and external components of the phenomena with their environment what, in the truth, create problems and, so to speak, the proper systems themselves.

       Then, system is equal to problem. A system only exists while the conflicting forces (internal and external) that compose it cooperate to its very existence. One may conclude from there that conflicts make up for the foundations of any system and, as consequence, these conflicts cannot be resolved without annihilating, or severely damaging, the system itself. Thus, conflicts can only be managed.   

    Computer Programming and Data Base Management 

       At the center of system’s technologies are the methods and processes that shape and model these internal and external systems and problems components, starting from computer programming’s techniques to data base management and administration which by their turn will become the raw material to generate and to answer systems’ information requests.

       From structured programming techniques with their continuous and sequential flow of data, until objects’ computer programming defined through classes of data which inherit properties defined by hierarchically distributed functions, the development of systems’ technologies has pursued two main goals: the creation of a computer language and the definition of significance, or intelligence, for their computational processes.

       Language and intelligence, thus, create values for information technology’s data processing which, indeed, is the basis for the management evaluation and designing processes. In this manner, data base administration and management have become key parts for the comprehension of the true value of information; how they may be stored and retrieved in time; how they valuate or devaluate, establishing their major role as mediation’s tools in the disputes among senders and receivers.

    Computers’ Network Equipment and the Organizations’ Paper Inventory

       If in the industrial era, the focus of management was to chronometer the assembly lines’ activities, in the new era of services, the concern is to control the paper inventory accumulated in file cabinets, archives, or data bases systems. These paper inventories are at the center of the question of productivity for the organizations acting in the service’s area, nowadays, and their efficient administration is essential to the survival of companies in the future.

       The modern vision of paper inventories’ management goes beyond the concerns with data base management. In fact, It is crucially focused on the configuration of computer networks to make better accessibility to information, defining important rules in the configuration and designing of the decision making processes, as well as, in the definition of the bullfighting arena of competition where customers, suppliers and producers act to define the very notion of marketplace.

       The way, then, information is codified, transmitted, decoded and presented to both the senders and receivers at the same time, started to be the key question in modern management information systems.

    The Electronic Marketplace

       The focus of the preoccupations in the design of management’s processes in the 21<sup>st</sup> century started to be, therefore, the administration of a set of technologies; Firstly, to define computer’s protocols to be able to codify, decode, transmit and present data in a reliable form to both senders and receivers at the same time; Secondly, to define intelligent computers’ programming techniques to store and retrieve data, transforming them into information, and making graphical interfaces into media with its own proper language with the main mission to establish a mediation among senders and receivers, producers and consumers.

       The current bullfighting marketplace arena of intense competition for products and services, as one may perceive, started to have two components: one, created real and, another, a virtual one. Thus, the management’s processes started to have also two strategical concerns: one, referring to the real world of distribution, logistic and production, and another virtual, referring to the configuration of computer networks, programming and protocols.

    Dawn of Information; Demise of Bureaucracy

       The question, however, remains. What substitutes bureaucracy, as it has been defined by Max Weber in early 20<sup>th</sup> century, as a steady body of professional managers? As one may perceive, at the center of the question of control, command and decision making processes is the question of the exhaustion of rigid models and systems’ definition and its replacement by a new vision of mediation, as the art of managing conflicting forces.

       In the declining of bureaucracy as a mediating element, is the rising of information as the resultant of balance among Information technology, values of things around us, and strategies of innovation. In this form, information started to have the same importance that one day costs have had in the industrial age. From the automation of assembly lines, we have moved towards the automation of decision making processes.

       Information, thus, started to have also an accumulative value translated by the notion of knowledge and, in the same way, as money and gold once have fed the bond fires of human vanities, fame and illusion of wealth and power, now, information is also a question of decision’s power. This new era of information is no better or worse than passed ages, it is only one more step in human’s evolution toward that we call here “techno culture”.

       In this direction, man continues to be at the center of human cultural questions. The new preoccupations have just evolved, following the new technologies and cultural approaches. It has been occurring since the invention of the wheel. The most important questions today have just dislocated from unions, factories, assembly lines and income distribution, to started gravitating around other issues such as additional guarantees to privacy, minorities’ rights, equal opportunities and equal rights of accessing information and education.

  • Minhas Aulas Logística Portuária e Intermodalidade

    04

    Fev
    04/02/2011 às 06h29

    Prof. Ricardo

     

                                                                         Minhas Aulas

    Curso:  Logística Portuária e Intermodalidade

    Duração Total do Curso  04hs:13min:48s

    Objetivo do Curso

    Apresentar e discutir  o papel dos portos nos sistemas de transporte como:

    1º : parte integrante da cadeia de suprimento dos diversos produtos;

    2º:  parte integrante de um sistema de intermodalidade  de  transportes que potencializa a criação de novas rotas comerciais;

    3º: parte integrante do desenvolvimento econômico da cidade e da Interlândia a qual pertence o porto

     Aula 1: Duração Total: 40min:05s

    1º Bloco: Introdução; logística, transportes e o papel dos portos

    2º Bloco: Introdução; logística, competitividade e o papel dos portos

    3º Bloco: Introdução; logística integrada e logística de serviços

    1-     Logística Portuária - Aula 1(Parte1)Duração:14min:44s http://www.youtube.com/watch?v=8cjhqhpQtR0

    2-     Logística Portuária - Aula 1 (Parte 2)Duração:11min:41s http://www.youtube.com/watch?v=QI8nRnNc2Uk

    3-     Logística Portuária - Aula 1 (Parte 3)Duração:13min:39s http://www.youtube.com/watch?v=vNCtX7vbrV0

    Aula2: Duração Total: 28min:49s

    1º Bloco: Gerenciamento da Cadeia de Suprimento (SCM)

           2º Bloco: Gerenciamento dos Canais de Suprimento

           3º Bloco: Gerenciamento dos Canais de Distribuição

    4-     Logística Portuária - Aula 2 (Parte 1)Duração:14min:38s http://www.youtube.com/watch?v=NZxDbQXoweE

    5-     Logística Portuária - Aula 2 (Parte 2) Duração:14min:11s http://www.youtube.com/watch?v=_Axjj60JzIs  

    Aula 3: Duração Total: 39min:01s

    1º Bloco: Logística de Suprimento

    2º Bloco: Logística de Produção

    3º Bloco: Logística de Distribuição

    6-     Logística Portuária - Aula 3 (Parte 1) Duração:14min:47s   http://www.youtube.com/watch?v=0TLi5vb-fd8

    7-     Logística Portuária - Aula 3 (Parte 2) Duração:09min:54s   http://www.youtube.com/watch?v=GgMH12UoQwg

    8-     Logística Portuária - Aula 3 (Parte 3)Duração:14min:20s   http://www.youtube.com/watch?v=Mpl-E85rFHQ

    Aula4: Duração Total: 29min:43s

    1º Bloco: Logística e Operações Globais (Evolução e Projeto)

    2º Bloco:Globalização das Estratégias de Operação

    3º Bloco: Gestão da Cadeia de Suprimento Global

    9-     Logística Portuária - Aula 4 (Parte 1) Duração:09min:45s http://www.youtube.com/watch?v=C-v1PT9klm8

    10-  Logística Portuária - Aula 4 (Parte 2) Duração:08min:53s http://www.youtube.com/watch?v=t_yC8_mYlkM

    11-  Logística Portuária - Aula 4 (Parte 3) Duração:11min:05s http://www.youtube.com/watch?v=9XghX-qI_3w

    Aula 5: Duração Total: 51min:33s

    1º Bloco: Integração de acessos e movimentação de carga

    2º Bloco: Os Modais de Transportes: ferro, rodo, aéreo, duto e aquaviário

    3º Bloco: Os Modais de Transportes e a competitividade da economia brasileira

    12-  Logística Portuária - Aula 5 (Parte 1) Duração:08min:12s http://www.youtube.com/watch?v=NjXBG0dqGA4

    13-  Logística Portuária Aula 5 (Parte 2) Duração:09min:53s http://www.youtube.com/watch?v=erpNa_p45dw

    14-  Logística Portuária - Aula 5 (Parte 3) Duração:10min:45s http://www.youtube.com/watch?v=6blDI4qI1O8

    15-  Logística Portuária - Aula 5 (Parte 4) Duração:09min:36s http://www.youtube.com/watch?v=ujlBp7bUq14

    16-  Logística Portuária - Aula 5 (Parte 5) Duração:13min:07s http://www.youtube.com/watch?v=zbEDP2bfb8A

    Aula6: Duração Total: 28min:39s

    1º Bloco: Gerenciamento dos Transportes e Competitividade do Sistema Logístico

    2º Bloco: Eficácia das Operações e o Impacto na Logística de Serviços

    3º Bloco: Avaliação de Desempenho; transportes, logística e nível de serviço

    17-  Logística Portuária - Aula 6 (Parte 1) Duração:13min:38s http://www.youtube.com/watch?v=kFru2-M1zK4

    18-  Logística Portuária - Aula 6 (Parte 2) Duração:14min:52s http://www.youtube.com/watch?v=V4MHpjykZZ8

    Estudos de Caso - Duração Total: 36min:24s

    19-  Logística Portuária - Estudo de Caso: Acessibilidade ao Porto de Santos Duração:09min:26s

     http://www.youtube.com/watch?v=CQqbFot7YyE

    20-  Logística Portuária - Estudo de Caso: A Questão do Calado do Porto de Santos Duração:12min:06s

     http://www.youtube.com/watch?v=g8yZ57TYsh8

    21-  Logística Portuária - Estudo de Caso: Operações em Terminais Portuários Duração:14min:52s

     http://www.youtube.com/watch?v=1Mg0ImtaLHw

    22-  Logística Portuária: Bibliografia do Curso. Duração 00:42s http://www.youtube.com/watch?v=3ooooKCPt0I

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  • O Valor Estratégico da Informação

    01

    Fev
    01/02/2011 às 21h01

    O Valor da Informação

    Introdução

    A informação tem o valor estratégico de representar conhecimento, tendo, portanto, duas componentes uma econômica e outra estrutural.

    A componente econômica da informação 

    A componente econômica da informação expressa-se na sua capacidade de representar valor a partir de transações de negócios, usando a tecnologia da informação. Essa tecnologia da informação, como temos visto no desenrolar dessa palestra, na verdade, forma um ambiente cliente-servidor, não envolvendo apenas máquinas, mas uma visão estratégica de como vantagens competitivas são geradas e criadas.

    A noção de vantagens competitivas, como uma evolução da visão de fatores de produção, decompõe o negócio e sua organização em processos que possuem uma componente de custo, e outro de alavancagem na tomada de decisão. Processos, nesse sentido, tem o objetivo de definir, e refinar, as pressões exercidas pelos clientes, fornecedores e concorrentes, assim como, a missão de transformar passivos financeiros em ativos de investimento, possibilidade em realidade, acrescendo valor na avaliação do desempenho da organização.

    Existem algumas maneiras de se examinar um negócio para se avaliar a componente econômica da informação, como por exemplo, através do enfoque empresarial; do enfoque do cliente; e do enfoque da tecnologia.

    O enfoque empresarial da informação

    O enfoque empresarial avalia a capacidade da informação de medir o poder de barganha dos clientes, dos fornecedores, assim como, a posição relativa da empresa no mercado. O desenvolvimento de sistemas de informação, sob esse ponto de vista, requer a compreensão clara de como as unidades e departamentos agem integradamente em resposta às relações da organização do mercado com sua cadeia produtiva.

    O primeiro passo para a consolidação da tecnologia e da informação é entendê-los como ferramenta para consolidação de objetivos de negócio. Esses objetivos estão localizados no “centro de gravidade da organização. Por exemplo, uma firma que produz remédios tem seu “centro de gravidade” no departamento de pesquisa e desenvolvimento porque a criação de novos produtos, nessa área, é fundamental para o constante reforço de sua posição no mercado. Nesse caso a estrutura da organização deve avaliar sua relações com esse centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D), promovendo consolidações, simplificações, otimizações tanto de modo direto como indiretamente.

    O Enfoque do cliente

    O Enfoque do cliente avalia a capacidade da informação em medir as forças competitivas de mercado, avaliando as influências internas e externas à organização através da análise da cadeia produtiva e do centro de gravidade econômico, assim como, das condições micro e macro econômicas em que se situa.

    As informações econômicas internas à organização avaliam o quanto sistemas automatizados aumentam, ou diminuem, o grau de acesso dos cliente à sua de linha de produtos e serviços. Esse enfoque do cliente tem dois aspectos; um objetivo que mede as funções e configurações dos sistemas de informação; e outro subjetivo, medido pelo grau de interatividade proporcionada por interfaces gráficas, ou terminais de acesso. 

    O Enfoque da tecnologia 

    O enfoque estratégico da tecnologia avalia a capacidade da informação em medir como equipamentos representam uma unidade analítica e funcional, reproduzindo seus processos organizacionais como redes de programas, servidores, roteadores e protocolos.

    Então, dessa forma programas de computador são criados para reforçarem a posição de uma empresa no mercado, reproduzindo as características de sua cadeia produtiva em processos automatizados de tomada de decisão, os quais aumentam a acessibilidade dos clientes à linha de produtos, facilitando a entrega através de uma rede logística de computadores, e fornecedores em parcerias estratégicas.  

    A componente estrutural da informação 

    A componente estrutural da informação é a organização daquilo que chamamos de “conhecimento” em protocolos inteligentes que possam representar uma visão analítica de como agem os contendores no mercado, independentemente dos processos funcionais, para se implementar, organizar e arranjar equipamentos e estratégias.

    Protocolos da inteligência 

    Os protocolos da inteligência representam o esforço de se mudar do modelo mecanicista de polias e roldanas, para o modelo digital de processamento de dados. Nesse aspecto, o valor estratégico da informação contida estruturalmente nos processos automatizados dizem respeito a criação de máquinas capazes de auto regulação, auto organização e mediação através da:

    1-    representação da inteligência humana, replicando estruturas lógicas e cognitivas através de símbolos que possam ser expressos por algoritmos;

    2-    representação da inteligência artificial dos autômatas, criando estruturas semânticas de representações por classes hierárquicas;

    3-    representação da informação, criando mecanismos de inferências, cálculo de predicados e proposições de sistemas especialistas;

    4-    representação da redes de equipamentos, recriando os mecanismos dos protocolos de comunicação, definindo uma função analítica, e outra física, para a operação, funcionamento e transmissão de dados;

    Processos da inteligência

    A implementação desses protocolos se dá através de vários mecanismos, os quais acabam por se tornarem o cérebro pulsante e cognitivo das máquinas no gerenciamento de processos inteligentes, tais como:

     1-    os mecanismos de instanciamento de objetos (ou polimorfismo): é a capacidade das máquinas em criarem instâncias de processos (ou objetos) dentro de classes semânticas, mas que podem se tornar um novo objeto em per si;

    2-    os mecanismos de lógica difusa (fuzzy): é a capacidade das máquinas em avaliar condições lógicas de incertezas e riscos, recriando não apenas a noção de possibilidade, mas reforçando a idéia de autonomia ,ou ações intencionais (teleologia);

    3-    os mecanismos da lógica recursiva: é a capacidade das máquinas em processarem dados, ou objetos, recursivamente em busca de componentes e variáveis, reproduzindo a idéia de aprendizado, memória e capacidade cognitiva (som e imagem, por exemplo);

    4-    os mecanismos de representação simbólica: é a capacidade das máquinas em reproduzirem símbolos, interpretando-os com um valor semiótico de sinal com significância, expandindo, assim, a noção de representações lógicas apenas por algoritmos mas, também, por possíveis combinações de sinais lógicos.

     

    Estrutura da Informação

  • O Novo Estrategista

    01

    Fev
    01/02/2011 às 20h53

     

    Desde o início de nossa civilização temos estado preocupados com o conceito de estratégia, associando-a à arte da guerra, do exercício do poder e do estabelecimento de regras.

     

    Essas preocupações remontam a San Tzu, em “A Arte da Guerra” de 500 A .C., e, mais modernamente, com Maquiavel em “O Príncipe” de 1500 A.D. Arte, guerra, poder e normas, na verdade, são partes inerentes ao conjunto de valores que estabelecem a ordem de como vemos as coisas a nossa volta, parte integrante daquilo que entendemos por uma estrutura ordenada e estética de significados.

     

    Portanto, desde de tempos imemoriais, como podemos notar, o que se está em jogo em termos estratégicos é sempre a capacidade de compreendermos os paradigmas da época em que vivemos, os quais nos levam a conflitos e guerras, definindo, desse modo, poder , padrões e normas.

     

    A Visão Clássica

     

    No núcleo da análise estratégica está a noção de conflito, ou disputa, por um conjunto de elementos que entendemos como significativo para definir estruturas e valores. A moeda esteve por muito tempo no centro dessa disputa. Do período inicial da nossa civilização até recentemente, o qual como um todo podemos definir como o período clássico, estivemos numa ferrenha disputa em busca de valores monetários, primeiro conceituando um valor absoluto para as coisas, quando, então, a moeda esteve associada, a estruturas metálicas, principalmente ao ouro.

     

    Com a evolução da tecnologia, e consequentemente dos métodos de produção, acrescentou-se à noção de valor monetário das coisas, o valor do trabalho capaz de, como fator de produção, transformar matérias-primas em produtos diferenciados.

     

    Estratégias, nesse período clássico, estão associadas ao gerenciamento desse conflito, moeda versus estruturas metálicas (ouro), e moeda versus trabalho, formando um conjunto de valores que significavam, antes de mais nada, controle e poder. São características dessa época, analisando desde San Tzu até Maquiavel, a idéia de organização como máquina formada por polias, engrenagens e correias de transmissão, e estratégias como guerras competitivas, onde se buscava um equilíbrio estático, tentando se resolver conflitos através da eliminação de uma das partes concorrentes.

     

    A noção de inteligência, desse período, é de que um mecanismo estratégico será capaz de resolver problemas, e de que sistemas modelam causa e conseqüências; quer sobre a natureza; quer sobre problemas de ordem moral e filosófica; quer sobre diversos aspectos econômicos, gerenciais e administrativos.

     

    As mudanças, pelas quais estamos passando, nesse momento de profunda alteração de paradigmas na nossa civilização, é um esforço para se redefinir como as coisas se reordenam à nossa volta, formando um novo conjunto de valores.

     

    As principais mudanças, no sentido de valores, em nossa época presente, estão relacionadas à moeda, a qual se tornou apenas uma mercadoria, perdendo seu valor significativo absoluto como elemento de reserva de valor das coisas, e, também, a noção de trabalho como fator de produção que adicionava valor as coisas. Não que moeda e trabalho desapareceram ,ou irão desaparecer, mas é inegável que perderam seu peso significativo como padrão de referência nessa nossa época de produção em massa, de redução de custos, barateamento e amplo acesso aos produtos.

     

    Essa, chamamos, aqui, de a era moderna das sociedades de massas.

     

    A Visão Moderna

     

    No centro do conflito da sociedade de massas está o deslocamento da noção de mais valor da moeda versus trabalho para o de conhecimento versus informação. Informação, dessa maneira passa a ter uma representação análoga que as moedas, ou preços, tinham antes, mas não como fator de produção, e sim como elemento de mediação econômica no jogo de equilíbrio dinâmico entre produtores e consumidores. Conhecimento, seguindo essa análise, passa a ser o elemento que adiciona um “novo valor” ao conceito de produtos de modo significativamente diferente.

     

    Por certo a tecnologia esteve sempre por traz dessa evolução histórica de valores que estamos apresentado aqui, porém, isso nunca ficou tão visível quanto agora. Nunca levamos muito em conta de como a roda, as embarcações, os métodos de navegação, a construção de casas formavam uma parte importante nesses mecanismos de construção da ordem das coisas como as vemos. Tivemos sempre a tendência de associarmos inteligência como elemento marginal à constituição de um sistema de valores. Sistemas de valores, sempre foram vistos como elementos de manipulação da realidade, e inteligência como um processo unilateral de avanço, domínio, ou controle, sobre a natureza, transformando coisas em elementos de uma ordem rígida e mecânica.

     

    Estratégias, nessa era das massas, significa, antes de mais nada, uma busca intensa para se apropriar desse conceito polêmico e divergente de inteligência, e nunca o papel da tecnologia ficou tão patente, como atualmente, nessa nossa luta por uma nova conceituação de ordem e valores.

     

    Então, se informação tem um valor econômico de mediação, em nossa era atual, conhecimento é o que, fundamentalmente, lhe adiciona valor. A questão aqui é definir o que entendemos por conhecimento. Valor é parte do conhecimento quando deslocamos a noção de inteligência, de um elemento apenas etéreo e conceitual, para uma prática ,ou exercício, capturável por uma tecnologia.

     

    Parece que em nosso processo civilizatório, a tecnologia passou a assumir um papel relevante na definição de valores, associando-a à própria noção de inteligência. Finalmente, estamos reconhecendo o papel, mais do que significativo, que a tecnologia tem exercido em nossa evolução na procura por entender ordem e arranjo da realidade ao nosso redor.

     

    Estratégia como mediação

     

    Protocolos da Inteligência

     

    Se na era clássica organização era uma estrutura mecânica, e estratégia uma guerra competitiva onde a tecnologia era apenas uma ferramenta; na era das massas, organização é um sistema processual inteligente, e estratégia é um elemento de mediação no gerenciamento de conflitos, onde a tecnologia fundiu-se em protocolos de inteligência.

     

    Em verdade, estamos nos aproximamos mais da natureza, e percebendo que pertencemos a ela, e não o contrário. Nesse sentido, observamos da própria natureza que a ordem da realidade está alinhada a uma estabilidade de onde nada se perde; tudo se transforma. Assim, analisando a natureza, percebemos que no núcleo dessa idéia nova de estratégias, baseadas em protocolos de inteligência, está a noção de que perdas, na verdade, podem se constituir em ganhos; inimigos (predadores e presas) colaboram e compartilham um mesmo ecossistema, e se um desaparece o outro também.

     

    Estratégias, na era moderna de massas, estão assumindo uma nova proporção porque estamos percebendo o quanto a noção de conflito pode ser sensível a definição não só da ordem à nossa volta, mas, também, de nossa sobrevivência.

     

    Missão estratégica

     

    Gerenciamento de conflitos assume, nesse momento, o papel da mais alta importância, não apenas para se definir estratégias, mas também, para se entender o princípio básico da idéia de sistemas. Informação, como elemento de mediação econômica de conflitos e estratégias de sistemas, deslocou-se da noção de controle, para ser apenas um elemento regulador, sinalizador de ganhos e perdas e direcionador de rumo a seguir.

     

    Durante muito tempo, associamos estratégias a guerras, mas quase todas as grandes civilizações humanas faliram não no campo de batalha, mas por disfunção econômica, assim foi para o Império Romano e, mais recentemente, para o Império Soviético.

     

    Dessa forma, informação como um ativo econômico baliza sucesso e insucesso nas avaliações de riscos e incertezas de como administramos nossa história, a qual em verdade não segue uma meta determinada, mas é ,tão somente, um repetir de ciclos de apogeus e decadências.

     

    Nosso objetivo é esse, de angariar informação para subirmos, e ao chegarmos ao um certo apogeu, lá permanecermos pelo maior espaço de tempo possível. É nesse sentido que administramos e aplicamos estratégias, do modo que possamos estender e melhorar nossas condições de vida para vivermos um pouco mais. Embora saibamos que, no final, haveremos, de uma maneira ou outra, de perder a guerra, não obstante, tentaremos, até o instante derradeiro, vencer a batalha, negociando com as circunstâncias, e essa é a nossa principal missão estratégica.

     

  • Ascensão da Informação ; Declínio da Burocracia

    01

    Fev
    01/02/2011 às 20h46

                              Ascensão da Informação; Declínio da Burocracia

     

    Palestra

     

    Parte 1- Organização

    I-               Fatores Internos                 ..........................

     

    I.1-Estruturas: 

    http://www.youtube.com/watch?v=tGkp40_U5sE

    I.2-Processos:                      http://www.youtube.com/watch?v=Nbf4PduoHLg

    I.3-Finanças:                     http://www.youtube.com/watch?v=3o7g9yJVc0c

    I.4-Produção:                      http://www.youtube.com/watch?v=cdnF9ailDsM

            

    II-            Fatores Externos              ...........................

     

            II.1-Globalização:

               http://www.youtube.com/watch?v=sIpBslvpMg4

    II.2-Mercado                     http://www.youtube.com/watch?v=kuQqHi4IIfE

    II.3-O Valor da Moeda

    http://www.youtube.com/watch?v=auiZ4j3G3qQ

    II.4-Tomada de Decisão       

    http://www.youtube.com/watch?v=_-PkHwaKZIg

     

    Parte 2- Tecnologia

    III-         Ferramentas                   ...........................

     

    III.1- Inteligência Artificial

    http://www.youtube.com/watch?v=Hhksg5tCfws

     

    III.2- Interfaces Gráficas

    http://www.youtube.com/watch?v=dmEf0RhO_K0

    III.3- Programação de Computadores

    http://www.youtube.com/watch?v=mOy5AFPEc-Y

    III.4- Sistemas

    http://www.youtube.com/watch?v=-1ymlXrDnWw

    IV-         Conexões                      ...........................

     

    IV.1- Redes de Computadores

    http://www.youtube.com/watch?v=JwSHUOx9Qdg

    IV.2- Conexões da Tecnologia

    http://www.youtube.com/watch?v=h83QKtVR_X4

    IV.3- Equipamentos

    http://www.youtube.com/watch?v=Vc1niJ2a6xA   

    IV.4- Estratégias

    http://www.youtube.com/watch?v=dzCGS1AvehA

     

    Introdução  à Palestra

    http://www.youtube.com/watch?v=nh5EKUzoP68

     

    Resumo da Palestra

    http://www.youtube.com/watch?v=R5IbdxGKads

     

    Conclusões da Palestra

    http://www.youtube.com/watch?v=Odl1GHRpdjA

     

    Opiniões:

    1-    O Murro de Brasília:

    Parte 1 : http://www.youtube.com/watch?v=I0QhbpUNSwI

    Parte 2 : http://www.youtube.com/watch?v=vspFcjxdsw8     

     

    2-    Democracia:

    http://www.youtube.com/watch?v=MNltDDFG6WA

     

    3-    Eu Acuso - J'Accuse:

    http://www.youtube.com/watch?v=2SOCGQ81VWI

     

    4-    Liberdade de Expressão:

     http://www.youtube.com/watch?v=2NjaSZ8RK3g  

              

    5-    Pequenos Sonhos

    http://www.youtube.com/watch?v=SuvUnk0BUnk

     

    6-    Pequenos Negócios

    http://www.youtube.com/watch?v=WgUASupCRI4

     

    7-    Vida.Publica ; Privada

    http://www.youtube.com/watch?v=_lYjrSdCYLU

     

    Extra:

     

    “Ascensão da Informação; Declínio da Burocracia” - Novas Estratégia Gerenciais Parte1

    http://www.youtube.com/watch?v=uNUbB36t7wI

    “Ascensão da Informação; Declínio da Burocracia” - Novas Estratégia Gerenciais Parte2

    http://www.youtube.com/watch?v=RsBB_jHvYMM

     

    “Ascensão da Informação; Declínio da Burocracia” - Novas Estratégia Gerenciais Parte3

    http://www.youtube.com/watch?v=U4s0VJD6wjI

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